quarta-feira, 24 de março de 2010

A ÉTICA DO DESEMBARGADOR ARI MOUTINHO!

                                        






                                       


                                                       Anti-ético e falso moralista, Ari Moutinho,  deve favores ao Governador Eduardo Braga, assim pronunciou-se o Deputado Angelus Figueiras.

                                                       Acho que o deputado esqueçeu de dizer, que logo após a eleição do candidato (cassado pela Juíza Maria Eunice que foi  afastada pelo Desembargador Ari Moutinho e reintegrada pelo Conselho Nacional de Justiça), senhor Amazonino Mendes, ao assumir o mandato de Prefeito, nomeou a filha do Desembargador Ari Moutinho, para cargo de importância vital na Prefeitura de Manaus.

                                                       Esqueçeu também de dizer, que a eleição em Manaus, está sob suspeita e que o Ministério Público, tem o dever de pedir a anulação do pleito. Quando começou a apuração da eleição de 2008, até aproximadamente 10 minutos não aparecia sequer um voto para o candidato Amazonino Armando Mendes, todos os demais apareciam votados menos o Amazonino. Parecendo que alguém queria mostrar, que a apuração do pleito estava dirigida e que só seria eleito, aquele que se submetesse aos achaques.

                                                       A apuração foi paralizada e aproximadamente 10 minutos depois reiniciou com o senhor Amazonino na frente de todos com 145.000 votos aproximadamente. Quem parou a eleição e mudou o resultado que existia anteriormente, teve a capacidade de apresentar o resultado que a sua vontade desejasse.

                                                       A população Amazonanse é testemunha que a vontade do eleitor não foi respeitada tanto é que organizações várias, postaram-se em frente ao Tribunal Regional Eleitoral, ao termino da apuração, gritando pelo voto da população, em clara alusão de fraude eleitoral.

                                                       O voto da ministra Cámem Lúcia, foi claro - agindo em proveito próprio, o Desembargador Ari Moutinho, deixou de convocar nova eleição quando o cargo de Presidente do Tribunal Regional Eleitoral, ficou vago com a renúncia do Desembargador Jovaldo Aguiar. Isto prova uma eleição viciada passível de anulação. Com a palavra o Ministério Público.

Postado e escrito por: Luiz Navarro
                                                

Um comentário:

CAMARADA SÉRGIO disse...

Parabéns camarada

A máscara caiu no TRE-AM...