sexta-feira, 29 de outubro de 2010

O ´ZÉ SERRA QUER ACABAR COM O RESTO!!!!!!!!


Presidente da Petrobrás no governo FHC



Quem no Brasil não lembra da Plataforma P-36, afundando na bacia de Campos, carregando em seu bojo os cadáveres dos operários da Petrobrás.
O presidente da Petrobrás era nada menos que o genro do FHC, Presidente do Brasil. O José Serra era o Ministro que batia o martelo nas privatizações tendo o Artur Vigilio como líder na Câmara Federal. A onda de privatizações na época era febril e aconteciam  acidentes, continuamente, nas instalações da Petrobrás afim, de desmoralizar a sua administração. Esses acidentes chegaram a produzir cadáveres de operários que estão no fundo do mar sem a menor possibilidade de resgate de seus corpos.
Esse José Serra, que quer ser Presidente do Brasil, foi membro decisivo da equipe que transferiu a poupança dos brasileiros aos estrangeiros e quer acabar com o restante.

Escrito e postado por: Luiz Navarro

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

HOMENAGEM AO CAMARADA CHAIN ISRAEL JUNGEND

Texto em homenagem ao camarada Chain, aprovado na reunião do CR de 23/10/2010.


Para publicação no boletim do Partido em Curitiba e no sítio nacional do Partido.

Saudações Fraternas!

Dyener Fracaro

Homenagem ao Camarada Chain Israel Jungend

Chain Israel Jungend nasceu em 13 de janeiro de 1924 em Sokal, Levov- Lemberg, na Polônia. Filho de Isak Jugend e Berta Lea Jungend. Comerciante, relojoeiro. Desde muito Jovem teve contato com as posições comunistas, por intermédio de seu pai, também militante comunista. Chegou ao Brasil com seis anos de idade, com sua família, fugindo da repressão aos judeus na Europa; foi enviado novamente à Europa por seu pai em 1930, por conta do temor em relação às conseqüências da Revolução de 1930. Retornou ao Brasil cinco anos depois, fixando residência em Curitiba e participando, junto com seu pai, das reuniões da comunidade judaica.

Participou ativamente, ainda com 15 anos de idade, dos círculos de discussões da comunidade judaica, alinhando-se com os judeus comunistas que já vinham organizados da Europa, discutindo a questão da imigração e da situação judaica no Brasil, assim como a conjuntura internacional daquele período. Pela tradição comunista na família, via paterna, e de suas leituras e interpretação dos problemas que assolavam a humanidade, liga-se ao Partido Comunista Brasileiro (PCB), mantendo intensa atividade na comunidade judaica, nas atividades do Partido e na assistência a outros camaradas.

Foi presidente da Sociedade Cultural Israelita Brasileira do Paraná, desempenhando papel fundamental contra as correntes sionistas e fascistas existentes no interior desta entidade; dentro da comunidade judaica sempre colocou em pauta os princípios do Partido e da causa socialista, tentando dar uma caracterização mais progressista, laica e democrática à organização dos judeus no Paraná. Também organizou e contribuiu, ainda no seio da comunidade judaica, com o Jornal Nossa Voz, orientado pela ala comunista e progressista da comunidade judaica.

Um dos grandes feitos do camarada Chain Israel Jungend foi fundar, em conjunto com outras cinco pessoas, a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais no Brasil (APAE), trabalho este que rendeu avanço significativo na humanização da vida de gerações de brasileiros que necessitam de atenção e educação especial. A partir de sua própria luta pessoal para obter condições de tratamento para seu filho com necessidades especiais, nascido com Síndrome de down, fundou APAEs por todo o Brasil, sedo ativo na luta pela verdadeira inclusão desses brasileiros na sociedade e por um tratamento digno à esses cidadãos e suas famílias; dirigiu as APAS por 30 anos.

Nas atividades que dizem respeito ao Partido Comunista, nunca deixou a desejar. Foi militante ativo do núcleo judeu no Partido, trabalhou nas questões financeiras do Partido, auxiliando na arrecadação de recursos para a sustentação da militância partidária, participou da organização de apoio à FEB em 1944, para o envio de suprimentos aos pracinhas; mesmo distanciando-se do Partido, por conta de seu trabalho com as APAEs, sempre contribuiu com a estrutura e a causa comunista no Brasil, colaborando com o Partido nos momentos mais difíceis, tais como as reuniões clandestinas que eram realizadas em sua residência, e na assistência aos camaradas perseguidos pelo regime de opressão militar, dando abrigo e fuga à eles. Manteve sempre um laço de amizade e fraternidade com seus camaradas de Partido Comunista, mesmo quando já não fazendo parte da organização ativa do Partido; manteve-se fiel aos ideais comunistas, sintetizados em suas próprias palavras: “Tenho críticas a fazer sobre centenas de coisas que aconteceram, mas tenho um enaltecimento fantástico por ter sido premiado com a amizade dessa gente que atingiu alturas que poucos homens atingem. Porque todos eles lutaram contra o desfavor total da sociedade e da autoridade. (...) dentro de uma competência moral que pouca gente hoje em dia tem”.

Camarada Chain Israel Jungend, Presente! Agora e Sempre!

Postagem de : Luiz Navarro
O endividamento da União e a disputa presidencial


Economia e Infra-Estrutura

Paulo Passarinho

Qua, 20 de outubro de 2010 17:57

Paulo PassarinhoO primeiro turno das eleições presidenciais já se encerrou e nos encontramos em plena disputa do segundo turno, mais uma vez envolvendo os candidatos do PT e do PSDB.

Em 1994 e em 1998, esta disputa também se deu, porém FHC - o candidato dos tucanos à época - acabou por vencer as eleições já no primeiro turno. Em 2002 e em 2006, a decisão apenas se deu no segundo turno.

Há dezesseis anos, portanto, a polarização entre PSDB e PT marca a disputa da eleição mais importante do país.

Contudo, ao contrário do que um eleitor mais desavisado poderia supor, a discussão sobre a realidade econômica e as políticas a serem adotadas pelos candidatos, caso sejam eleitos, continuam a ser escamoteadas.

Em 1994, em meio à euforia do lançamento do Real, a plataforma agressiva das privatizações do PSDB não foi antecipada por FHC, assim como em 1998, no direito a uma reeleição comprada por meio de uma emenda constitucional, o mesmo FHC não deu ciência ao país do acordo em curso com o FMI, provocado pela situação falimentar em que se encontrava o Brasil.

Em 2002, tivemos mais conhecimento da crise que vivíamos, por força de um novo acordo celebrado com o mesmo FMI, e do compromisso, que todos os candidatos acabaram por assumir, em respeitar as exigências que nos eram impostas. O que Lula, o vencedor daquela eleição, não divulgou foi a sua intenção em ser mais realista do que o rei. Já como presidente, sua primeira medida foi aumentar a meta do superávit primário estabelecida inicialmente com o FMI, de 3,75%, para 4,25% do PIB.

Em 2006, forçado a uma disputa com o reacionário Geraldo Alckmin, Lula usou e abusou da pertinente acusação de privatista contra o seu adversário. O que o mesmo Lula não esclareceu ao eleitorado foi a sua intenção, materializada logo no início do seu segundo mandato, em privatizar o trecho da BR-101, ligando o Rio de Janeiro à cidade de Campos, no norte fluminense.

Esses exemplos mostram muito bem como os candidatos de confiança do sistema financeiro - sistema que parece ser uma espécie de fiel da balança dos políticos de sucesso - agem em relação ao eleitorado.

Agora, em 2010, há um silêncio sepulcral, dos ungidos pelas generosas verbas de campanha, em relação ao grave problema do endividamento da União.

Ao contrário, o candidato tucano - apesar de toda a grita de economistas ligados ao seu PSDB contra a "explosão dos gastos correntes" no governo Lula - promete um salário mínimo de R$ 600,00, reajuste de 10% nas pensões e aposentadorias do INSS e 13º "salário" para o Bolsa Família!!

Demagogias ou falsas promessas à parte, o problema é que temos de fato um sério desafio pela frente. Plínio de Arruda, do PSOL, no primeiro turno das eleições, com toda razão apontou a necessidade de uma séria auditoria da dívida pública do país, conforme uma das conclusões da CPI da Dívida Pública, realizada pela Câmara Federal.

E o problema não é a tal explosão dos gastos correntes, genericamente denunciada pelos economistas liberais, em geral mirando novas mudanças nas regras da previdência.

Desde o lançamento do Plano Real, em julho de 1994, a evolução da dívida em títulos da União é espetacular. E esta é a principal dívida financeira que temos de enfrentar. Em dezembro daquele ano, essa chamada dívida mobiliária da União era de R$ 59,4 bilhões de reais. Ao final do ano seguinte, primeiro ano do mandato de FHC, essa dívida chegava a R$ 84,6 bilhões, com um crescimento nominal em relação a dezembro de 1994 de 42%(!!), correspondendo a 12% do PIB. Para quem possa se espantar com essa evolução, lembro que FHC chega ao final do seu primeiro mandato, em dezembro de 1998, com essa dívida já em R$ 343,82 bilhões, correspondentes a 35,11% do PIB.

As razões desse explosivo crescimento da dívida pública em títulos são decorrentes essencialmente da própria forma de funcionamento da economia, pós-lançamento do Real. A integração financeira do Brasil com os mercados financeiros do mundo, com a livre movimentação de capitais, subordina a política monetária aos humores dos investidores e especuladores internacionais.

De 1994 a 1998, a idéia de um Real "forte" (um real = um dólar) exigia acúmulo de reservas em dólar, de modo a se garantir a equivalência da nova moeda nacional com a moeda dos Estados Unidos. Os juros extremamente elevados e o programa de privatizações de empresas estatais garantiram uma enxurrada de dólares para o país. Entretanto, na medida em que esses dólares são transformados em reais, levando a uma expansão do volume de reais em circulação na economia, o Banco Central entra no mercado vendendo títulos públicos, com o objetivo de retirar o chamado excesso de moeda em circulação.

Houve, nesse período também, a maior parte das renegociações das dívidas de estados e municípios com o governo central, federalizando-se essas dívidas, o que ajudou o crescimento da dívida em títulos da União. Porém, o fator mais importante foi a necessidade do acúmulo de reservas, com base em taxas de juros reais elevadas.

A partir de 1999, com a mudança do regime cambial (até então, relativamente fixo) para o chamado câmbio flutuante, o papel das altas taxas de juros - que continuam a vigorar - passa a ser justificado como instrumento vital para se conseguir manter a inflação projetada para cada ano, dentro das metas definidas pela política monetária. A política econômica passa a ser guiada de acordo com o que recomenda o FMI.

Isso não impede que o país vá novamente recorrer ao FMI, em 2002, e FHC entrega o governo a Lula com a dívida em títulos alcançando o montante de R$ 687,30, correspondentes a 46,51% do PIB. É interessante notar que durante esse período, que se inicia em 1999, o governo federal passa a ter de cumprir metas de superávit primário, nunca inferiores a 3% do PIB. Mesmo assim, nota-se que, sempre em função das altas taxas reais de juros vigentes, a dívida continua em trajetória ascendente.

É a essa política que Lula deu continuidade. E é por isso que hoje temos uma dívida em títulos que supera a cifra de R$ 2,2 trilhões, mais de 70% do PIB do país, com uma carga líquida anual de juros sempre superior a R$ 150 bilhões. Ou seja: além de o montante dessa dívida continuar a subir de forma astronômica, há um comprometimento crescente da maior parte do orçamento público da União com o pagamento de juros e amortizações. No exercício de 2009, por exemplo, 36% desse orçamento foram gastos com essa finalidade. Ao mesmo tempo, áreas consideradas estratégicas, como a saúde ou a educação, foram contempladas, respectivamente, com menos de 5% e de 3% desse mesmo orçamento.

Essa é a realidade que Dilma e Serra não querem debater. Mas, essa é uma questão que não deixará de ser enfrentada no próximo governo. Até porque, por força da valorização do Real - decorrente da permanente pressão produzida pelos dólares que entram no país - voltamos a ter déficits em nossas transações com o exterior, o que nos torna ainda mais vulneráveis à necessidade de financiamento em dólares.

A dívida externa, por sua vez, apesar de todas as falsas informações veiculadas, muitas vezes pelo próprio Lula, continua a existir e de forma robusta: hoje já ultrapassa a US$ 300 bilhões. Com reservas internacionais de US$ 280 bilhões, para muitos isso não seria um grande problema. Contudo, frente a qualquer reversão do quadro internacional para uma nova onda de fortes instabilidades nos mercados financeiros, não há dúvidas sobre o preço que pagaremos.

Já se observam fortes pressões para uma nova rodada de mudanças nas regras da Previdência Pública. Trata-se, a rigor, da última variável importante para os liberais, na busca de fontes para novos cortes orçamentários, com o objetivo de se tentar segurar um modelo econômico que tem de ser superado.

Fora outrora, o PT seria um aliado nessa luta.

Hoje, frente ao transformismo desse partido, sua candidata à eleição presidencial é apenas mais uma protagonista da tentativa de se esconder do povo brasileiro a gravidade dessa situação.

20/10/2010

Paulo Passarinho é economista e conselheiro do CORECON-RJ

Postagem de :Luiz Navarro

sábado, 23 de outubro de 2010

FHC ESTÁ ACERTANDO A VENDA DO BRASIL EM FOZ DO IGUAÇU



FHC está acertando a venda do Brasil em Foz do Iguaçu


ter, 2010-10-19 14:54 — Patricia

Análise

Desafio qualquer tucano ou aliado a desmentir os fatos abaixo. A venda do Brasil pelas costas do povo brasileiro. São corruptos e traidores

19/10/2010

Laerte Braga

Diário Liberdade

Neste momento que escrevo, domingo, 21h31m, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso está falando, em inglês, para 150 investidores estrangeiros no Hotel das

Cataratas, em Foz do Iguaçu.

O evento é fechado, a fala de FHC está se dando em um jantar e o assunto é a privatização da Petrobras, de Itaipu e do Banco do Brasil, além de outras “oportunidades” de negócios no Brasil.

FHC está assumindo com os empresários o compromisso de venda dessas empresas em nome de José FHC Serra.

A idéia inicial dos organizadores de realizar o evento no Hotel Internacional foi afastada para evitar presença de jornalistas.

Cada um dos investidores recebeu uma pasta com dados sobre o Brasil, artigos de jornais nacionais e internacionais e descrição detalhada do que José FHC Serra vai

vender se for eleito.

E além disso os investidores estão sendo concitados a contribuir para a campanha de José FHC Serra, além de instados a pressionar seus parceiros brasileiros e a mídia

privada a aumentar o tom da campanha contra Dilma Roussef.

Segundo FHC disse a esses empresários logo após ser apresentado pelo organizador do evento, “se deixarmos passar a oportunidade agora jamais conseguiremos vender essas empresas”.

Para o ex-presidente é fundamental a participação desses grupos na reta final de campanha. A avaliação de FHC é que a campanha de Dilma sofreu um golpe com a

introdução do tema religioso (o que foi deliberado pelos tucanos para desviar a atenção das pessoas dos reais objetivos do candidato José FHC Serra). É preciso, na

concepção do ex-presidente arrematar o processo derrotando a candidata e impedindo-a de respirar nessa reta final.

O acordo com empresários internacionais em Foz do Iguaçu envolve a instalação de uma base militar norte-americana na região, desejo antigo dos governos dos Estados

Unidos.

O corretor da venda do Brasil, FHC, com toda certeza, está acertando também a comissão (propina) a ser paga caso o negócio venha a se concretizar, ou seja, a

eleição de José FHC Serra.

Para o ex-presidente também não há grandes problemas com a mídia privada “sob nosso controle”, mas é preciso evitar a divulgação de notícias mesmo que sejam pequenas ou de pequenos fatos e que possam prejudicar o projeto de venda do Brasil.

Esse tipo de evento, essa fala de FHC é característica da fala de agente estrangeiro e mostra a desfaçatez tucana em relação ao Brasil e aos brasileiros.

No mesmo momento em que o corrupto e venal José FHC Serra debate com Dilma Roussef na REDE TEVÊ e fala sobre trololós petistas, FHC, seu mentor e principal corretor de vendas de empresas públicas brasileiras, negocia traiçoeiramente a entrega de patrimônio público a esses investidores.

É a opção que os brasileiros temos diante de nós.

Ou caímos de quatro e abrimos mão de nossa soberania ou resistimos e rejeitamos a quadrilha tucana.

Desafio qualquer tucano, qualquer DEM, qualquer pilantra tipo Roberto Freire, quem quer que seja, a desmentir esse fato. O evento em Foz do Iguaçu e sua natureza, a venda do Brasil.

Laerte Braga é jornalista.

Postasgem de : Luiz Navarro
INICIAL Edição


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Blogueiro cubano é violentamente atacado em Miami!

sábado, 23 de outubro de 2010, robson ceron

José Varela é um dissidente ... em Miami. Ele denuncia o bloqueio dos Estados Unidos contra Cuba; a injustiça com os Cinco Cubanos antiterroristas; como humorista, ele tem satirizado os blogueiros mercenários em Cuba. As ameaças recebidas por dizer - em Miami - o que pensa e haver viajado a Cuba, acabaram por tornarem-se realidade. Yoani Sánchez, que disse ser contra a violência, seria capaz de fazer una declaração de protesto?

Este primeiro comentário, por Norelys Morales em Blogueros y Corresponsales de la Revolución

A partir daqui, fonte: CAMBIOS EN CUBA

Tradução: Robson Luiz Ceron.

Mesmo ainda sem termos maiores referências sobre o ocorrido, as imagens acima, colocadas pela polícia de Miami no sitio oficial da Miami Dade, ilustram muito bem quais podem ser as conseqüências de se exercer a liberdade de expressão em Miami.

Durante uma recente viagem a Cuba, Varela - que edita um blog em Miami onde defende a Revolução Cubana - denunciou em "Cambios en Cuba" as ameaças que estava recebendo por parte de elementos da ultra-direita daquela cidade.

A blogosfera da máfia miamense já se regozija com as imagens e festejam o golpe bestial provocado contra um homem que não fez mais do que dizer o que sente e pensa, em uma cidade e um país onde realmente divergir é um delito que se castiga com aberrações como esta.

Comentario e postagem de :Luiz Navarro- Como podem ver esta é a democracia no "Imperio", se você está com êles tudo bem senão? A porrada "canta" sem dó e piedade. Democracia fascista. O país admirado por JOSÉ SERRA!!!!

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

O POVO MOSTROU QUE OS TUCANOS NÃO TEM MAI S VEZ!



Foram derrotados na eleição de 20120, para o Senado da Republica, os seguintes candidatos DO PSDB: ARTUR NETO, TARSO GEREISSATI E MARCOS MACIEL. Todos eles apoiaram o FHC, na entrega das economias dos brasileiros ao capital internacional e até mesmo a grupos privados brasileiro.
Este acontecimento põe põe terra o argumento do candidato derrotado no Amazonas, Senador Artur Virgílio Neto, que houve compra de votos para derrota-lo. Não se conforma com a derrota o candidato derrotado, assacando improperios a seus adversários, mostrando claramente seu desequilíbrio quando a adversidade "bate em sua porta".
O PCB, que com orgulho ajudou a derrota-lo mostrando ao eleitor seu comportamento no Senado da Republica, na íntegra, sem truques e sem montagem,  mantém a postura de partido ético e compromissado com a verdade e com o objetivo de mostrar que o SOCIALISMO, é o único regime que distribui rendas na quantidade certa as necessidades do trabalhador. Não somos farsantes como muitos que se escondem sob siglas que se dizem SOCIALISTAS, para participar das "benecias", proporcionada pelo regime CAPITALISTA.
O José Serra como representante do CAPITALISMO, deve ser derrotaqdo nas urnas pelo trabalhador.



Escrito e postado por: Luiz Navarro

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

É PRECISO DERROTAR O SERRA

Análise

A candidatura do demotucano José Serra surpreendeu não por sua identificação com as políticas neoliberais, e sim pelo baixo nível de sua campanha

13/10/2010

Editorial Brasil de Fato ed. 398

No início do processo eleitoral deste ano, um conjunto de forças populares e movimentos sociais decidiram empenhar esforços para eleger o maior número possível de parlamentares e governadores identificados com as bandeiras da classe trabalhadora. E, nesse cenário, sobre o pleito presidencial, a unidade se deu em torno da luta para evitar um retrocesso ao país. Ou seja, não permitir a vitória da proposta neoliberal, representada na candidatura do tucano José Serra. Assim, passado o primeiro turno, realizado no dia 3 de outubro, é importante fazer uma avaliação do que significou esse processo. Até porque a expectativa era de vitória da candidata Dilma Rousseff no primeiro turno.

Importantes avanços

São boas as renovações que ocorreram nas assembleias estaduais, na Câmara dos Deputados, no Senado Federal, na eleição e reeleição de governadores progressistas. Nesse sentido, destacamos a vitória do povo gaúcho, que derrotou o mandato tucano de Yeda Crusius. Candidata à reeleição ao governo do Rio Grande do Sul, Yeda se notabilizou no controle da mídia, na criminalização dos movimentos sociais e na repressão à luta dos trabalhadores.

Campanha presidencial

É importante ressaltar que, nesta campanha presidencial, os graves problemas do povo ficaram ausente do processo. Evidenciou-se que a falta de debates em torno de projetos políticos e dos problemas principais que afetam a população brasileira. Assim, a campanha de Dilma Rousseff buscou apenas divulgar o desenvolvimento econômico e as políticas sociais do governo Lula e apoiar-se na popularidade do atual presidente. Com essa estratégia, obteve quase 47% dos votos, mas insuficientes para vencer no primeiro turno.

A candidatura do demotucano José Serra surpreendeu não por sua identificação com as políticas neoliberais, e sim pelo baixo nível de sua campanha. Foi agressivo, tentou interferir em julgamentos do Supremo Tribunal Federal (STF), espalhou mentiras e acusações infundadas. Independente de qualquer outro resultado, a biografia do candidato já é a maior derrotada nessas eleições.

Já as candidaturas identificadas com os partidos de esquerda, que utilizaram o espaço eleitoral para defender os interesses da classe trabalhadora, infelizmente tiveram uma votação baixa.

Outro elemento importante neste atual quadro é o descenso social de duas décadas em nosso país. A fragmentação das organizações da classe trabalhadora e a fragilidade da política de comunicação com a sociedade também influíram no resultado eleitoral.

Assim, as eleições deste ano demonstraram o poder nefasto e antidemocrático da mídia. Mas, por outro lado, potencializaram uma rede de comunicadores independentes, comprometidos com a liberdade de expressão, que enfrentaram o monopólio dos meios de comunicação. São avanços importantes rumo à democratização da informação e pelo controle social sobre meios de comunicação em nosso país.

Segundo turno

No dia 31, o povo brasileiro terá de fazer sua escolha. De um lado, o demotucano José Serra. E, como já dissemos aqui neste espaço, atrás da candidatura Serra estão as forças do capital mais atrasadas e subservientes ao império estadunidense, os grandes bancos, a grande indústria paulista, o latifúndio atrasado de Kátia Abreu e o agronegócio "moderno" do etanol. Seu programa é um só: a volta do mercado, benefícios para as empresas e a repressão para conter as demandas sociais. Seria a prioridade no programa dos PPPs já aplicado em São Paulo: privatizações, pedágios e presídios.

De outro lado, a candidatura de Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT). Também como já dissemos, a candidatura Dilma representa continuidade do governo Lula e tem forças sociais entre a burguesia (temerosa da reação das massas), setores da classe média que melhoraram de vida e amplos setores da classe trabalhadora. Praticamente todas as forças populares organizadas têm sua base social apoiando a candidata petista.

Assim, o conjunto das forças populares e movimentos sociais, que mantêm o compromisso de defesa das bandeiras de lutas da classe trabalhadora e da construção de um país democrático, socialmente justo e soberano, defendem a candidatura de Dilma. Mas manterá a autonomia de luta independente do governo eleito.

Infelizmente, os avanços do governo Lula em direção às bandeiras democrático-populares foram insuficientes, em que pese o acerto de sua política externa. Também preocupa constatar que, no arco de alianças da candidatura de Dilma Rousseff, há forças políticas que se contrapõem a essas demandas sociais.

Porém, fica uma certeza: José Serra, por sua campanha, pelo seu governo em São Paulo e pelos oito anos de governo FHC, tornou-se inimigo da classe trabalhadora e das nossas bandeiras de lutas. Pelo caráter anti-democrático e anti-popular dos partidos que compõem sua aliança e por sua personalidade autoritária, uma possível vitória sua significará um retrocesso para os movimentos sociais e populares em nosso país. Além disso, uma eventual vitória do demotucano será um retrocesso para as conquistas democráticas em nosso continente e representará uma maior subordinação aos interesses do império estadunidense.

Evitar o retrocesso

Por isso, frente a esse cenário, as forças populares e os movimentos sociais da Via Campesina declaram seu apoio e compromisso de lutar para eleger a candidata Dilma Rousseff. E o Brasil de Fato soma-se a essas organizações no sentido de derrotar o demotucano Serra e tudo o que sua candidatura representa. Ou seja, é preciso derrotar a candidatura Serra, pois ela representa as forças direitistas e fascistas do país.

Mas alertamos. É importante seguir organizando o povo para que lute por seus direitos e mudanças sociais profundas, mantendo a autonomia frente aos governos.

Veja a Página do PCB – www.pcb.org.br

Partido Comunista Brasileiro – Fundado em 25 de Março de 1922

Postagem de: Luiz Navarro

SERRA E A ENTREGA DA VALE

SERRA E A ENTREGA DA VALE







http://www.youtube.com/watch?v=grbeuBaY9Kk

http://www.youtube.com/watch?v=grbeuBaY9Kk

domingo, 17 de outubro de 2010

FHC, CHAMOU OS APOSENTADOS DE VAGABUNDOS.


O Fernando Henrique Cardoso se aposentou aos 37 anos de idade, pela Cátedra de Ciências políticas da Universidade de São Paulo USP. Após assumir a Presidencia da Republica do Brasil chamou todo aposentado com 50 anos de "vagabundo". Aconselhou a todos a esquecerem tudo o que  falara anteriormente, estava disfarçado de "SOCIALISTA", logo não sabia o que era politicamente ou se era um farsante enganando a tudo e a todos.

Seu Ministro mais importante era o ex-governador do estado de São Paulo, que agora como candidato a Presidente da Republica do Brasil, foi votado pelo povo do Estado de São Paulo com apenas 32,00%, aproximadamente. José Serra Ministro do Planejamento de FHC, foi quem bateu o martelo das privatizações.

O líder do governo na Câmara Federal era o Deputado Artur Virgílio do Amazonas, que ajudou a aprovar a entrega da poupança do povo brasileiro (AS ESTATAIS), aos capitalistas estrangeiros. Como FHC,  também arrependeu-se de um dia ser "SOCIALISTA". Aliás na declaração do mesmo na TV globo, diante do FHC, disse- Graças a DEUS que não sou mais "COMUNISTA". Comunismo é uma etapa que ainda não existiu em parte alguma do mundo, portanto falou "besteira", na pressa em agradar a seu líder. O povo do Amazonas  não viu nenhum empenho na candidatura do PSDB, do candidato derrotado Artur Neto ao Senado, no primeiro turno.

Escrito e postado por: Luiz Navarro

sábado, 16 de outubro de 2010

COMO FHC, SERRA E ARTUR NETO VENDERAM O BRASIL

O Sr. José Serra do PSDB, tocava o programa de privatização e era

o responsável pela vendas das estatais brasileiras, quando foi

ministro do planejamento do governo FHC.

Confira na matéria, da revista Veja de 03/05/1995, o que o

Ministro Serra disse: “Estamos fazendo todo o possível para

privatizar em alta velocidade”.

Assim,  conforme mostra as fotos , Serra bateu o martelo em

leilões de privatização. A cada batida de martelo, bilhões do

patrimônio público nacional eram retirados da mão do povo

brasileiro e entregues a investidores privados. Um crime de lesa pátria

 José Serra aparece batendo o martelo durante o leilão

da companhia de eletricidade, a ESCELSA, em 1995.

 José Serra comemora a venda da LIGHT.

Data: Revista Veja do dia 03/05/1995

Na matéria acima, a revista narra

o que disse FHC para Serra: "É

preciso dizer sempre em todo

lugar que esse governo não

retarda privatização, não é

contra NENHUMA

PRIVATIZAÇÃO, e vai vender

tudo o que der para vender".

Data: Revista Veja do dia

07/02/1996

Na matéria acima,  mostra que o José

Serra garante a

privatização da Vale do

Rio Doce: “A descoberta

dessa mina não altera em

nada o processo de

privatização. Só o preço,

que poderá ser maior.”

Olhe o vídeo em que o FHC afirma que o Serra foi o que mais

lutou a favor da privatização da Vale:

http://www.youtube.com/watch?v=grbeuBaY9Kk

OBS: Como sabemos, a Vale do Rio Doce foi vendida por $ 3,2

bilhões de Dólares. Esse valor corresponde ao lucro da empresa

em apenas um semestre. Hoje, seu valor no mercado é de $ 196

bilhões de Dólares, ou seja, entregaram de graça um patrimônio

público. Quem fez isso não pode ser a favor do Brasil.

Relação de empresas estatais brasileiras, privatizadas (entregues)

pelo do governo neoliberal de FHC e José Serra, junto com Artur Neto e

governos estaduais da época, principalmente o do ex-governador

Geraldo Alckmin:

- AES SUL (CEEE Distribuição) - vendida para a empresa

americana AES;

- BANDEIRANTE Energia - vendida para o grupo Português EDP;

- CELPE - vendida ao grupo espanhol Iberdrola;

- CEMAR - vendida ao grupo americano Ulem Mannagement

Company;

- CESP TIETE - vendida para a empresa americana DUKE;

- CETEEP - vendida para a empresa estatal Colombiana ISA;

- COELBA - vendida ao grupo espanhol Iberdrola;

- CONGÁS - vendida ao grupo britânico British Gas/Shell;

- COSERN - vendida ao grupo espanhol Iberdrola;

- CPFL - vendida para o grupo brasileiro VBC;

- ELEKTRO - vendida para a empresa americana ENRON;

- ELETROPAULO - vendida para a empresa americana AES;

- ESCELSA - vendida ao grupo português GTD Participações,

juntamente com o consorcio de Bancos Iven S.A.

- GERASUL - vendida para empresa Belga Tractebel;

- LIGHT- vendida ao grupo francês e americano EDF/AES;

- RGE - vendida para o grupo brasileiro VBC;

- BAMERINDUS - vendido ao grupo britânico HSBC;

- BANCO BANESPA - vendido ao grupo espanhol Santander;

- BANCO MERIDIONAL - vendido para o Banco Bozano;

- BANCO REAL - vendido ao grupo ABN-AMRO, hoje sob o controle

do grupo Santander;

- BEA (Banco do Amazonas S.A.) - vendido ao Bradesco;

- BEG (Banco de Goiás) - vendido ao Itaú;

- CARAIBA - Mineração Caraíba Ltda

- CIA. VALE do RIO DOCE;

5
PQU (Petroquímica União S.A);

- Empresas de Telecomunicação do grupo TELEBRAS:

EMBRATEL, TELESP, TELEMIG, TELERG, TELEPAR,

TELEGOIÁS, TELEMS, TELEMAT, TELEST, TELEBAHIA,

TELERGIPE, TELECEARÁ, TELEPARÁ, TELPA, TELPE, TELERN,

TELMA, TELERON, TELEAMAPÁ TELAMAZON, TELEPISA,

TELEACRE, TELAIMA, TELEBRASÍLIA, TELASA. A maioria

vendida a grupos internacionais: espanhol, italiano, mexicano e,

algumas a um grupo brasileiro.

O que foi exposto ilustra claramente qual é a política econômica a

ser adotada, caso José Serra seja presidente. Uma política de

venda do patrimônio público, sem nenhum pudor.

Se Serra for o próximo presidente poderá bater o martelo para

vender o que restou de nossas empresas: Petrobras, BNDES,

Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Furnas, Chesf,

Eletronorte, Eletrosul, dentre outras. Ele só precisa de mais quatro

anos de governo para concluir o serviço que começou com o

governo FHC.

José Serra é o candidato da aliança partidária: PSDB, DEM e PPS.

As privatizações comprovam que eles são os entreguistas do Brasil.

Postagem de : Luiz Navarro

terça-feira, 12 de outubro de 2010

---------- Mensagem encaminhada ----------

De: Monica Simões

Data: 10 de outubro de 2010 10:25

Assunto: FW: 20 Motivos para não votar no Serra

Para:







Se você quer votar no Serra, eu respeito sua decisão...mas saiba um pouco mais sobre sua gestão em SP - estado onde perdeu a eleição, obtendo 32,61% contra 47% de Dilma...Os paulistas têm horror de suas habilidades administrativas!!!!



O Brasil pode não conhecer o Serra, mas os paulistas conhecem bem!

Postagem de: Luiz Navarro

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

O PROBLEMA JOSÉ SERRA NÃO É SÓ ÊLE, É TAMBEM O PSDB!

Quem não  lembra da explosão da plataforma de petróleo afundando levando para o fundo do mar 10 cadáveres em seu bojo. Corpos jamais recuperados.
Quem não  lembra dos constantes acidentes nos gasodutos, ou instalações da Petrobrás e de alguns órgãos de imprensa fazendo o povo crer que a Petrobras era inviável.
Quem não  lembra que o presidente da Petrobrás era nada menos que o genro do FHC.
Quem não lembra da letargia e submissão comercial do Brasil nos últimos dias de governo do Fernando Henrique Cardoso.
O José Serra representa tudo isto e muito mais. Ajudou nas privatizações e entrega de nossa economias ao capital estrangeiro tais como a Vale do Rio doce, Petrobrás e sistema de telefonia que parte caiu nas mãos de Tarso Gereissat com ajuda de Artur Neto, ambos derrotados na reeleição ao Senado da Republica.
Portanto caro eleitor José Serra é mais um radical de direita que se eleito vai retomar a entrega de nossa economias ao capital estrangeiro. O seu assessor já deu sinais que é favorável a retomada dos leilões de áreas petrolíferas e sinaliza nada menos para a companhia de petróleo que causou o grande desastre ecológico no Golfo do México.

Escrito e postado por: Luiz Navarro

domingo, 10 de outubro de 2010

PORQUE ? O CANDIDATO FRANCISCO CASTELO MOSTROU A REALIDADE AO POVO

Francisco Castelo é um cidadão forjado na luta, técnico de alto gabarito formado no INPA, tem sua vida escudada em pesquisa e conhecimento.
Francisco Castelo foi candidato do Partido Comunista Brasileiro ao senado e por coerência teria que ser favorável a um outro candidato comprometido com o SOCIALISMO logo, candidato que é declaradamente de direita e defende o CAPITALISMO, além de haver defendido com "unhas e dentes", a entrega das economias do povo brasileiro ao capital extrangeiro como fez ARTUR VIGILIO NETO, ao defender as privatizações da Vale do Rio Doce, Petrobras, Sistema de telefonia e outros. Este foi o verdadeiro motivo pelo qual Francisco Castelo, mostrou a população Amazonense, os desequilibrios e ataques furiosos do  Senador Artur Neto, (dando ênfase a violência) sem truques e sem montagens haja vista que, o material usado foi gravado na tribuna do Senado e está a disposição para quem quizer ver.
O que chama atenção é que apesar de haver jurisprudência firmada sobre montagens e truncagens o Senador, conseguiu aprovar seu pedido de intervenção no programa politico eleitoral gratuito do PCB-AM. Sabe-se que rolou muito dinheiro por todo o Estado do Amazonas, na campanha do Senador  desequilibrado, não é sem razão, que o blog do Hiel Levy, pede a prestação de contas de Artur Neto. O Senador perdeu a eleição e não consegue se conformar. Os tempos são outros o SOCIALISMO avança e não adianta chorar... mesmo sendo lágrimas de Crocodilo!!!!!!!

Escrito e postado por :Luiz Navarro

sábado, 9 de outubro de 2010

SUA EXCELÊNCIA, TIRIRICA

Enquanto candidato, Tiririca foi pichado por quase todos da mídia e da política tradicional por ser um palhaço e em razão dos seus slogans satíricos de campanha. Ele sempre foi um palhaço de fato e fazer piadas fazia parte de seu ganha-pão. Quando fazia gracejos em sua campanha estava sendo coerente. Somente por ter a profissão de palhaço, Tiririca nem é pior nem melhor do que nenhum concorrente profissional da política.

O festival de imagens de doutos engravatados enchendo literalmente os bolsos com dinheiro de corrupção, nas meias e nas bolsas, que enlamearam as telas deste país, desautorizaria as críticas ao palhaço. Essas imagens forçaram a renúncia de Joaquim Roriz, candidato favoritíssimo ao governo do Distrito Federal. Pior do que alguns fatos são algumas justificativas. Esse doutor justificara um empréstimo suspeito de dois milhões de reais, que seria para a compra de uma bezerra. Nem que fosse de diamantes, custaria tanto. Mas, esse gado de pelo de ouro passou a ser a salvação dos políticos ideais. Renan Calheiros, político por excelência, senador da República, utilizou da nova raça de gado de ouro para justificar o pagamento de pensão alimentícia por funcionários de empresa privada e outras dinheiramas de seu patrimônio “billgateano”. Sua gente o salvou da cassação, inclusive com apoio incondicional de Mercadante.

Episódios dessa natureza têm se repetido nos últimos anos, que passa a sensação de ser requisito inerente à gestão pública. Um pouco antes, o notável Severino Cavalcanti criara o mensalinho, que consistia em cobrar propina de proprietários de restaurantes localizados na Câmara dos Deputados. O ex-governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, renunciou ao cargo por ter sido filmado embolsando dinheiro. Ele e vários deputados. Pelos mesmos motivos, também foram presos e são acusados os governadores do Amapá e de Mato Grosso do Sul, além do prefeito de Dourados. O reeleito governador do Ceará passeou pela Europa com a sogra com dinheiro da viúva. O uso de celular de serviço pela filha do senador Tião Viana.

Essas mesmas condutas são praticadas diariamente pelo cidadão ao pagar propina em troca da relevação de falhas. No Rio de Janeiro, dois policiais não deram a mínima para o coordenador do grupo AfroReggae agonizando, cena repetida pelos que liberaram os rapazes que mataram o filho da atriz Cissa Guimarães. Isso também é rotina para evitar as multas de trânsito, além dos cafezinhos para aprovação nos testes para aquisição da carteira nacional de habilitação. E até pelos vendedores de qualquer coisa para adentrarem nos ônibus coletivos.

Além dessas condutas de cunho mais restrito aos políticos, existem as práticas generalizadas. Todo dia vem acusação dos milhões pagos em horas extras no Senado e na Câmara dos Deputados, inclusive quando os parlamentares estão em férias. Acho que os brasileiros já esqueceram, mas não custa relembrar a farra das passagens aéreas pelos parlamentares federais; a filha do Excelentíssimo senador Tião Viana gastou 14,7 mil em ligações do telefone do Senado em passeio pelo México. Para fechar essa pequena célula desse jeito brasileiro de boa cidadania e representantes ideais do povo, a Folha de São Paulo estampou na capa do dia 4 de outubro de 2009 que 17 milhões de brasileiros admitiram ter vendido o voto na eleição de 2008.

Todos esses citados aparecem engravatados e se tratam respeitosamente por excelência, mesmo para mandarem tomar em qualquer lugar, quando mandam para a mãe tomar conta ou quando range os dentes para intimidar e ameaçar colegas, como costuma fazer o excelentíssimo senador Fernando Collor de Mello.

Tudo isso, para enfatizar a idéia de que corrupção é uma prática generalizada na política brasileira de há muito tempo, para a qual Tiririca não contribuiu em nada com sua candidatura e eleição, além de sua campanha ter ficado longe de descer a esse nível. Sua tão criticada baixa escolaridade o credencia a pleitear a Presidência da República na próxima eleição.

Ainda que fosse acusado de alguma falha grave, o Palhaço não chegaria ao patamar de bondades desses nobres. Portanto e literalmente, Tiririca é apenas uma pessoa simplória, um palhaço de fato que, por si só, não merecia tratamento depreciativo. Agora, se fizer alguma coisa positiva, será melhor do que muitos; se não fizer nada, empata com quase todos. Mas, se ele empregar parentes; se seus filhos fizerem lobbie para empresa de amigos; ou se tornarem bilionários do dia pra noite, o Palhaço teria grande chance de se tornar ministro da Casa Civil, pois se enquadraria no perfil brasileiro de fazer política. Daí se concluir que, se ele não corromper ou for corrompido até o final do mandato, Sua Excelência já teria sido melhor do que grande parte dos parlamentares brasileiros.

Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP.

Bel. Direito

Postagem de: Luiz Navarro

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

O FIM DA POLÍTICA (OU "O CONSENSO DA DEMOCRACIA")

Roberto Numeriano

Uma das principais discussões dos teóricos da Ciência Política brasileira é sobre a qualidade da democracia do país. Como cientista político e agente político, percebo que esta discussão, embora necessária, está cada vez mais subordinada (e seqüestrada) por uma matriz norte-americana, cujos focos de pesquisa e interesses são, no que concerne à democracia brasileira, estreitos em termos político-ideológicos e propriamente políticos. Não me ocupo, a seguir, de uma análise das causas dessa subordinação (um dia, nossos cientistas políticos, tão solenes em falar obviedades a partir de estatísticas eleitorais, talvez consigam olhar o Brasil sem as viseiras teóricas anglo-saxãs). Pretendo, em breves linhas, tratar de algo perigoso e invisível, pois aparentemente natural no cotidiano da política e dos políticos brasileiros: a consagração de uma ideologia de natureza neofascista e o fim da política, efeito direto do enfraquecimento do nosso regime semidemocrático.

A olhos vistos, estão visivelmente desmanchando-se, no Brasil, alguns elementos condicionantes do que podemos chamar de uma institucionalidade política de corte liberal. Esta institucionalidade nunca foi robusta, está / estava apenas em formação, em forma e conteúdo, por meio de institutos e órgãos públicos e privados que lhe davam / dão uma funcionalidade e um perfil. Sua fraqueza acentua-se, entre outras coisas: a) pela judicialização da política; b) pela ausência / desprezo da isonomia na disputa eleitoral (assegurada pelos próprios TSE / STF); c) pelo abusivo poder discricionário da mídia em ignorar candidatos diferenciados, em termos político-ideológicos; e d) pela falta total de vigilância / controle sobre a ação do capital privado (industrial e financeiro, sobretudo) em “apoiar” uma rede de candidatos do capital, cartelizando a disputa em todos os níveis.

Estas causas produzem, a cada eleição, um consenso fraudado da representação política nas casas legislativas do país. Poderíamos, nós comunistas do PCB, até “gostar” desse desmanche, dado que talvez pudesse representar dialeticamente a gestação de algo novo, um conteúdo prenunciando uma nova política. Pensar assim (na perspectiva do “quanto pior, melhor”) seria uma rematada estupidez política. Desse quadro não sairá nada de superior, antitético, para conformar uma síntese. O que vemos é a gestação de um ovo da serpente, tanto mais letal na medida em que os políticos burgueses, lambuzando-se no festim dos milhões de votos desse consenso fraudado, nessa democracia de papel, consagram-se sob as bênçãos do capital, das togas autoritárias e da imprensa vil e venal.

A serpente desse ovo é neofascista. Não necessita da força, da ameaça, da perseguição. Ela simplesmente inocula na vida política das instituições e na mentalidade política dos cidadãos uma visão naturalizada dos embustes da semidemocracia brasileira. E cria até mistificações do tipo “Ficha Limpa”, pois esta (embora uma iniciativa positiva) não vem acompanhada da necessária vigilância e efetivo controle sobre o uso (em geral, sujo, para compra de votos) dos milhões de reais “doados” por essas almas de empresários caridosos, durante as campanhas eleitorais. Quem não sabe que qualquer empresário, na verdade, empresta dinheiro aos candidatos da ordem político-ideológica burguesa, e depois cobra com juros de agiota político (que tal auditar as licitações nas quais concorrem empresas da construção civil que “apóiam” os candidatos com chances fortes de vencer?). No Brasil, ser honesto é favor.

Em Pernambuco, nestas eleições, podemos identificar, como fenômenos particulares daquele enfraquecimento institucional referido, o delineamento de dois projetos sociais, políticos e econômicos antagônicos, como propostas de governo, à esquerda e ao centro. Ainda que, nestes campos ideológicos, haja nuances quanto ao grau de radicalidade das propostas político-sociais de cada grupo / coalizão partidária, para menos ou mais, vemos consolidar-se no Estado, a cada eleição, duas agendas opostas que talvez reflitam a) o estreitamento das margens de intervenção / influência, à esquerda, nos processos político-eleitorais, e b) a hegemonização, pelo centro, desses mesmos processos, provocando ao mesmo tempo aquele estreitamento.

Para efeito de classificação, definimos aqui como esquerda política do Estado os partidos PCB, PSOL e PSTU. E de centro o PT e o PSB, pois ainda que seus estatutos e discurso militante retoricamente aludam ao vocábulo socialista, efetivamente, estas duas agremiações concebem e praticam a política em si e as políticas públicas com arranjos institucionais de centro, à guisa de tentar equilibrar a relação capital-trabalho na gestão estatal – o que apenas decalca a mesma prática e concepção do lulismo, em nível nacional. Não tratamos, aqui, dos partidos de direita e / ou centro-direita pelo fato dessas agremiações não formularem uma agenda político-social na qual seja possível discernir diferenças de fundo com a centro-esquerda amestrada pela classe financeira e industrial que se apropria do Estado na teoria e na prática. Esta é, aliás, a grande desgraça do DEM, PSDB e PPS: prepararam um belo jantar para os convivas estranhos (PT e PSB) degustarem não apenas os pratos, mas também se apropriarem da cozinha, ou seja, do Estado. Olhem com cuidado e tentem encontrar nas agendas político-sociais de ambos os candidatos das coalizões partidárias de centro e de direita concepções de gestão pública, grau de domínio da tecnocracia, grau de intervenção do poder estatal etc, algum fundamento político-ideológico que, em essência, os antagonizem. Quanto ao PV, não sabemos ainda o que é ideologicamente, ainda que seu discurso também se incline para uma concepção político-ideológica de centro. A rigor, o PV, hoje, podia estar tanto coligado com o PT quanto com o PSDB.

Na judicialização da política (e no seu oposto antitético, ou seja, a politização do Judiciário), vemos a falência das instituições cujo papel é manter / aprimorar os sistemas de controle e fiscalização em nome dos princípios republicanos. Nos últimos anos, a influência do Executivo sobre o Poder Judiciário institucionalizou uma relação de promiscuidade – e aqui incluímos o PT e o PSDB, na mesma medida, pois o fenômeno não começou nas gestões de Lula. O candidato Serra teria ligado para o ministro Gilmar Mendes? Os ministros do STF abençoados pelo PT votam com independência?

A ausência / desprezo da isonomia na disputa eleitoral (assegurada pelos próprios TSE / STF) e o abusivo poder discricionário da mídia em ignorar candidatos diferenciados, em termos político-ideológicos, são outros graves sinais do neofascismo. Como se concebe que uma lei regulamente e permita, pela mídia, tratamento desigual para iguais? Ou não devem ser considerados iguais, na disputa, os candidatos inscritos para concorrer? Afinal, qualquer candidato ao Executivo exercerá seu mandato no início da nova legislatura. Já imaginaram a situação, conforme essa lei autoritária, de o PCB eleger 40 deputados federais ou 10 senadores e os seus candidatos aos governos estaduais e à presidência da República não terem tido espaço nos debates das TVs? Não é absurdo, ainda, uma TV privada, que opera mediante concessão pública do sinal, decidir se convida ou não determinados candidatos majoritários? O PT e o PSDB, que se acusam sobre o tema do cerceamento da liberdade de imprensa e de expressão, sequer tocam nesta questão. É claro que o PT, caso fora do poder e submetido a esta situação, estaria vociferando e pregando “fora, Presidente”, como nos velhos tempos.

Por último, a falta total de vigilância / controle sobre a ação do capital privado (industrial e financeiro, sobretudo) em “apoiar” uma rede de candidatos do capital, cartelizando a disputa em todos os níveis, é outro sinal da falência do processo político-eleitoral. No dia 3 de outubro haverá uma derrame de dezenas de milhões de reais, país afora, no tradicional mercado da compra e venda de votos. Muitos “fichas limpas”, por meio dos seus cabos (bandidos) eleitorais, estarão distribuindo desde 5 a 50 reais pelo voto, sobretudo nas periferias miseráveis das capitais e grandes cidades. Centenas de candidatos serão eleitos neste vergonhoso mercado. As burras cheias pelos Caixas 2 vão se abrir generosamente para dar corpo ao consenso fraudado. O PT e o PSDB querem realmente uma reforma política que crie, por exemplo, o financiamento público e fiscalizado das campanhas? Em dezesseis anos de poder sempre postergaram, em interesse próprio, essa necessidade.

A campanha político-eleitoral de 2010 sedimentou, na forma e no conteúdo, uma institucionalidade política conformada pelo poder do capital privado, que perverte o instituto da representação parlamentar, mesmo nos limites da ideologia política liberal. Não somos adeptos do profetismo político, mas desse quadro de promiscuidade ideológica, corrupção eleitoral e falência das instituições não deverá sair uma democracia robusta. Sobretudo porque, como a história nos ensina, a direita brasileira não suporta viver muito tempo na oposição. O problema, contudo, reside no fato de que o PT, no exercício do poder, não difere em essência dessa mesma direita “social-democrata”, em termos de concepção de Estado e modelo de governança.

O que se conformar na política de Pernambuco estará essencialmente relacionado com o quadro nacional. Caberá à única oposição político-ideológica no Estado, ou seja, aos partidos de esquerda, diagnosticar a situação e formular uma agenda de lutas junto aos movimentos sociais e populares, sobretudo, mas não exclusivamente. Os desafios são gigantescos para poucos militantes e pequenas estruturas. Mas, se resistimos até agora, porque não podemos começar a construir, desde já?

Roberto Numeriano é membro do Comitê Central do PCB e dirigente estadual.

Veja a Página do PCB – www.pcb.org.br

Partido Comunista Brasileiro – Fundado em 25 de Março de 1922

Postagem de Luiz Navarro

ISRAEL IMPEDE NOBEL DA PAZ DE IR À PALESTINA

Israel impede Nobel da Paz de ir à Palestina


By admin– 30/09/2010

ShareMarinha também impediu com brutalidade desembarque em Gaza de barco tripulado por judeus

A política israelense deteve por algumas horas, anteontem (28/9), uma ativista contemplada com o Prêmio Nobel da Paz. A irlandesa Mairead Maguire (laureada em 1976 por sua ação contra a guerra civil na Irlanda do Norte) pretendia participar, a partir de hoje da conferência We can change, que se realiza em Ramallah, na Palestina ocupada. Militante histórica pela não-violência, foi considerada perigosa pelas autoridades de Telavive, que a obrigaram a voltar a Frankfurt, de onde partira.

Um dia antes, a Marinha israelense havia abordado, invadido e desviado o barco Irene, que pretendia levar ajuda humanitária a Gaza. Ao contrário das iniciativas anteriores, em mesmo sentido, todos os dez passageiros eram judeus. A carga que transportavam era composta por material escolar, instrumentos musicais e próteses ortopédicas. Foram todos presos.

Na manhã de hoje (30/9), depois de libertados, os tripulantes do barco negaram, em entrevistas, as alegações da Marinha, segundo as quais a abordagem se deu de forma pacífica. “Os soldados foram muito brutais. Não nos mataram, como aos palestinos e muçulmanos, mas agiram com muita violência”, declarou Yonatan Shapira, um dos passageiros. Contou que foi ferido com pistolas teaser.

Outro passageiro, o octagenário Reuven Moskowitz, contou ter desafiado moralmente os soldados que invadiram o barco. Sobrevivente do Holocausto, ele comparou a atitude de Telavive à de governantes que inflingiram grandes sofrimentos aos judeus. “Estamos atingindo uma população de 1,5 milhão de pessoas, entre as quais 800 mil crianças. Quando menino, foi aprisionado por cinco anos, e não esqueço isso até hoje. Tive pesadelos a vida toda e não posso dormir direito. Vocês sabem o que estão fazendo para estas pessoas, e para nossos próprios soldados”?

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Tags: Israel, lutas pela paz, ocupação da Palestina, Oriente Médio .

Transcrição do Le Mon Diplomatic
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- Como podemos observar, não é o povo judeu que é intransigente e assassino! Os assassinos, estão no governo de Israel e são ligados a bilionários radicais NORTE-AMERICANOS.

Postagem e comentarios de : Luiz Navarro

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

SERRA, NAFTALINA E GUERRA FRIA




Submitted by caala on Mon, 27/09/2010 - 17:55.

Venezuela vai às urnas em clima de absoluta democracia. Observadores internacionais atestam a lisura do pleito. População comparece em massa aos locais de votação. Não há confrontos, não há incidentes políticos sérios. Chávez obtem maioria simples no Congresso; a oposição cresce; haverá mais negociação para se aprovar mudanças estratégicas na economia e na sociedade. É isso a 'ditadura chavista'? Um dia de voto e liberdade desmente centenas de páginas da mídia demotucana; capas e mais capas de VEJA derretem como picolé ao sol do Caribe. Sobretudo, porém, o pleito de ontem revela a esférica lente do anacronismo político com a qual Serra olha E interpreta a América Latina, a ponto de ter feito campanha contra o ingresso da Venezuela no Mercosul por discordar da liderança de Chávez. A oposição venezuelana, uma das mais extremadas da região, mostrou-se menos obtusa que o candidato do conservadorismo brasileiro; foi às urnas e renasceu como interlocutor político. Entre outras razões, é por isso que Serra sai da eleição menor do que entrou. Na questão externa, sai como um porta-voz dos editoriais do Estadão, encharcado de naftalina e guerra fria. (Carta Maior, 27-09)



Fonte: Carta Maior ( http://www.cartamaior.com.br/templates/index.cfm )

Posyagem de: Luiz Navarro

DÍVIDA PÚBLICA -: O NÓ CEGO QUE IMPEDE O NOSSO DESENVOLVIMENTO

Submitted by caala on Thu, 30/09/2010 - 20:29.

Dívida Pública (Interna e Externa): O NÓ CEGO QUE IMPEDE O NOSSO DESENVOLVIMENTO

Gisele Rodrigues

É muito divulgado por nossa mídia conservadora que o grande problema deste país é a corrupção.

Ela seria o grande câncer que nos impediria de alcançar o desenvolvimento.

Sem tirar a importância intrínseca da mesma, gostaria de, entretanto, colocar as coisas em suas devidas proporções.

A corrupção estaria para uma verruga, assim como a Dívida Pública (Interna e Externa) para um câncer em estado de metástase.

A Dívida Pública, esta sim, nutrida constantemente pelo aumento da taxa de juros de referência da economia (a SELIC), que o independente Banco Central insiste em manter estratosférica sob o (falso) argumento de combate à inflação, seria a GRANDE RESPONSÁVEL pelo nosso atual estado de penúria para satisfazer as demandas sociais de saúde, educação, segurança, etc.

O argumento do parágrafo acima apóia-se no desconhecimento da maioria da sociedade (alimentado pela mídia conservadora) do fato de que o aumento da taxa de juros só é capaz de coibir a inflação em regimes de superaquecimento da demanda (a subida dos juros faria o vendedor aumentar o preço de sua mercadoria para fazer frente a seus gastos financeiros, e a mercadoria mais cara desestimularia o consumo, obrigando, no momento seguinte, o vendedor a baixar o preço das mesma e, assim, a inflação cairia). Porém, em economias onde grande parte das tarifas têm reajustes automáticos previstos em contrato, como as Operadoras de Telefonia, e que são sujeitas a "choques exógenos de oferta" (aumento do preço de insumos importados, como o petróleo, o aço, etc., aumento este definido fora do país), ou sazonais (quebra de safra agrícola), a elevação da taxa de juros SELIC teria pouco ou nenhum efeito.

A manutenção de uma elevadíssima taxa de juros teria, no fundo, como propósito real, garantir as elevadíssimas margens de lucro do setor financeiro - "nunca antes na história deste país" tão astronômicas.

ESTA INFORMAÇÃO CRUCIAL PERMANECE PRATICAMENTE AUSENTE DOS DEBATES PRESIDENCIAIS, SENDO APENAS TANGENCIADA PELOS MENORES PARTIDOS - NÃO POR ACASO, OS QUE MENOS TÊM TEMPO PARA APRESENTAR AS SUAS PROPOSTAS.

Pior: taxa de juros de referência da economia (a SELIC) é decidida por uma entidade, o Banco Central, cuja autoridade é revestida do manto inquestionável da independência - nem o Presidente da República poderia ousar em questioná-lo, sob pena de desagradar o mercado - "e o caos se instauraria" (SIC).

Hoje, de tudo que se arrecada, 1/3 (ou cerca R$ 380 bilhões - veja gráfico que mostra a situação em 2009) vai para o setor financeiro. Enquanto isto, menos de R$ 50 bilhões foram para a Saúde, cerca de R$ 30 bilhões foram para a Educação e - pasmem - apenas R$ 6,5 bilhões foram aplicados em 2009 pela União em Segurança Pública.

Pagamos, sem questionar, por dia, mais de R$ 1 bilhão a título de juros e amortizações!

Isto, sim, é RADICAL!!!

Este valor supera proporcionalmente o 1/5 que pagávamos na época da colônia à coroa portuguesa, "o quinto dos infernos", estopim da Inconfidência Mineira.

Tudo por conta de uma política desastrosa do Banco Central que favorece o setor financeiro.

E é impressionante como este tema é mistificado pela mídia conservadora: além da corrupção, outro vilão responsável pelo problema da escassez de recursos para a saúde, educação, saneamento, etc., seria o inchaço da máquina pública, ou seja, em linhas gerais, os gastos com a folha de pagamento do servidor público.

Esta falácia é divulgada a torto e a direito e muita gente boa compra esta mentira.

Ou como se houvesse um déficit da Previdência Pública (sic), que impedisse que a máquina do Estado funcionasse direito, uma inverdade grosseira, já que os recursos para a Previdência Pública são garantidos constitucionalmente pelo Orçamento da Seguridade Social (artigo 194 da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988) e são amplamente superavitários - advêm das contribuições incidentes sobre a folha de pagamento, figurando como contribuintes os empregadores e empregados; da contribuição social sobre o lucro; da contribuição sobre o faturamento, quais sejam, o PIS e a COFINS; e da contribuição incidente sobre concursos e prognósticos, assim como da incidente sobre a importação de bens e serviços para o exterior.

Outro indutor de falso entendimento é a idéia de que, pelo fato de havermos saldado a dívida com o FMI (a um preço não tão atraente, diga-se de passagem), quitamos a nossa dívida externa. Ledo engano. A dívida externa (pública) nunca esteve tão elevada - segundo dados do Banco Central de maio de 2010, a dívida externa pública alcançou o nível de R$ 280 bilhões, já tendo, recentemente, ultrapassado a faixa dos R$ 300 bilhões (nível recorde em nossa história). Isto porque tínhamos (e ainda temos) outros credores além do FMI e, portanto, o fato de saldarmos a dívida com este órgão não implica que a dívida externa do País tenha acabado.

Em resumo, a máquina pública não consegue cumprir com suas funções com saúde, educação, segurança, cultura, saneamento, etc., não fundamentalmente porque o Estado é corrupto, ou porque se gaste demais com os "marajás" (folha de pagamento), ou porque haja um déficit na Previdência Social - mas porque estamos pagando por uma dívida pública (externa e interna) infinita que nos custa mais de R$ 1 bilhão por dia. Recursos que não retornam para o nosso desenvolvimento (e pouco tiveram relação com ele).

Alguns podem dizer, depois de ler este texto que, infelizmente, não há nada a fazer... Afinal de contas, se temos uma dívida, temos que pagá-la, não é verdade? Como devedores honrados que somos. Temos que honrar o compromisso com os nossos credores.

Pois é, gente, o problema é que esta dívida que acreditamos que temos, e que foi herdada do passado, NUNCA FOI AUDITADA, COMO PREVÊ A NOSSA CONSTITUIÇÂO (Artigo 26 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT), Constituição da República Federativa do Brasil de 1988).

Ou seja, estamos pagando por aquilo que desconhecemos! O trabalho que já foi feito pela recém-instituída CPI da Dívida (agosto/2009) e pela Auditoria Cidadã da Dívida indica irregularidades monstruosas e inconstitucionais como pagamento de juros sobre juros, dívida externa contratada e paga cujos recursos NUNCA chegaram ao País e dívida sem documentação, ou seja, registro formal(!).

E a mídia conservadora insiste em qualificar qualquer tentativa de conhecimento legítimo nosso sobre esta questão como um "ato de irresponsabilidade" (sic)!!

Agora, responda rápido: se as contas do condomínio do seu prédio aumentassem sem parar e de forma exagerada, exigindo que vc. arcasse com uma dívida sem fim, o que vc faria? Pagaria calado, ou iria à luta para saber o porquê?

PARA ESCLARECIMENTO ADICIONAL SOBRE O TEMA, LEIA O EXCELENTE TEXTO, em anexo: "Uma nova Cidadania para um novo Desenvolvimento: Desmistificando o Orçamento e Processos Decisórios", de Laura Senra, Luna Santos Talitha Mendonça e Alexandre Costa (Faculdade de Direito/UNB).

ref: http://www.divida-auditoriacidada.org.br/config/graficoorcamento2009.jpg...

Postagem: Luiz Navarro

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

VIVA O COMANDANTE JORGE BRICEÑO

Nota da Comissão Política do PCB
A Comissão Política do Partido Comunista Brasileiro (PCB) envia a sua mais fraternal solidariedade ao Secretariado do Estado Maior Central das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) neste momento de dor e revolta, em função do assassinato do comandante Jorge Briceño, herói de centenas de batalhas em defesa da liberdade, da libertação da Colômbia e da América Latina ao longo das últimas quatro décadas.



Como revolucionários, sabemos que a morte é parte do risco da luta, especialmente quando se está enfrentando um inimigo que não tem escrúpulos nem ética, que tortura, que mata a própria população para se ufanar de que está ganhando a guerra. O comandante Briceño caiu como um herói revolucionário, em seu posto de combate. Afinal, temos convicção de que é melhor morrer em combate do que levar uma vida de joelhos.



Neste momento, o governo narcotraficante de Juan Manoel Santos e o imperialismo norte-americano se aproveitam deste golpe contra a guerrilha para amplificar as calúnias, infâmias e toda sorte de mentiras que são propagadas diariamente pelos meios de comunicação. Mas nada pode apagar a trajetória deste comandante guerrilheiro, que desde jovem abraçou a causa da revolução e da libertação de sua pátria.



Como sempre ocorre nestes momentos, a vilania estridente busca levar a desesperança e quebrar a moral dos que lutam, mas o que ocorre é exatamente o contrário: o exemplo de Briceño permanecerá como uma chama viva a iluminar o caminho da liberação do povo colombiano.



Em breve, a história esquecerá os Uribes, Santos, Bushs e Obamas, mas o nome do comandante Jorge Bricenã permanecerá na memória de todos os revolucionários e de seu povo como um dos principais lutadores pela libertação de sua pátria.



Desde o Brasil, A Comissão Política do PCB rende homenagem a este herói do povo e reitera a necessidade de uma solução política do conflito, que posa abrir caminhos para uma nova Colômbia.









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Veja a Página do PCB – www.pcb.org.br



Partido Comunista Brasileiro – Fundado em 25 de Março de 1922

CAMARADAS E SIMPATIZANTES DO PCB


Neste fim de semana, vai se reunir, no Rio de Janeiro, o Comitê Central do PCB.

Dentre vários outros assuntos, vamos fazer um balanço da conjuntura, incluindo a campanha eleitoral, o movimento de massas, a situação internacional, o nosso Partido.



Será posteriormente divulgada a opinião do coletivo dirigente, a partir dos ricos debates que se darão. Decisões serão adotadas.



Seria inadequado se me antecipasse à reunião do órgão máximo de direção do PCB, para fazer algum balanço pessoal a respeito da campanha que se encerra, na qual o Partido me atribuiu importante tarefa. Procurei fazer o que estava ao meu alcance.



Só escrevo aqui para dizer que estamos todos prontos para novas batalhas e testemunhar que, em todos os cantos por onde andei, encontrei uma militância firme ideologicamente e consciente dos nossos objetivos na campanha, sobretudo o contraponto ao consenso burguês, a reconstrução revolucionária do PCB e os esforços para a criação de uma frente permanente, anticapitalista e antiimperialista.



Aos que aceitaram a tarefa de serem candidatos e aos que deram o melhor dos seus esforços na campanha, deixo aqui a minha cada vez mais convicta saudação comunista.



Um abraço.

Ivan Pinheiro







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Veja a Página do PCB – www.pcb.org.br



Partido Comunista Brasileiro – Fundado em 25 de Março de 1922


Postagem de : Luiz Navarro

sábado, 2 de outubro de 2010

O MAIS "INFLUENTE" SENADOR É UM "DESEQUILIBRADO"!

Fatos que comprovam o desequilibrio do Senador.

1º -  Quando Prefeito de Manaus subiu em uma pá mecanica para derrubar um barraco construido irregularmente. Remover obras irregulares é competencia da justiça. Ameaçou dar palmadas no bumbum do Gilberto Mestrinho na campanha que apoiava o Alecrim para o Governo do Estado do Amazonas. Convocou a Policia Militar para surrar os "CAMELÔS". Sumiu com dinheiro público por 30 dias.

2º -  Quando Senador ameaçou surrar nada meno que o Presidente "LULA". Se confessou na Tribuna do Senado, pessoa incapaz de manter o equilibrio quando provocado. Ante as câmeras de televisão só faltou ajoelhar-se diante do FHC, negando permanecer como comunista.

Caro eleitor é hora de votar em Senador sensato e equilibrado, para representa-lo no Senado.

                                                                   IVAN PINHEIRO 21
                                                                     PRESIDENTE

                                                                   LUIZ NAVARRO 21
                                                                     GOVERNADOR
                                                 
                                                                   FRANCISCO CASTELO 211
                                                                         SENADOR

                                                                    AUGUSTO CASTRO 2121
                                                                       DEPUTADO FEDERAL

                                                                     ARAUJO BABÁ 21000
                                                                     DEPUTADO ESTADUAL

                                              
 Postado e escrito por: Luiz Navarro

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

SABATINA DA REDE BRASIL COM IVAN PINHEIRO

Primeira Parte

http://www.youtube.com/user/TVPCB#p/a/u/2/d88NqgIj76s

Segunda Parte





http://www.youtube.com/user/TVPCB#p/a/u/1/JcKoZAvsQpg
O Ultimo Programa de TV do PCB


http://www.youtube.com/watch?v=GRVFsGfInsA

Postagem de: Luiz Navarro

                                                                 IVAN PINHEIRO 21
                                                                   PRESIDENTE

                                                                 LUIZ NAVARRO 21
                                                                   GOVERNADOR

                                                                  FRANCISCO CASTELO
                                                                         SENADOR                                                                 

                                                                 
                                                                   AUGUSTO CASTRO 2121
                                                                     DEPUTADO FEDERAL 

                                                                 ARAUJO BABÁ 21000
                                                                 DEPUTADO ESTADUAL

IVAN PINHEIRO, SECRETÁRIO GERAL DO PCB, FOI ONTEM À PARAÍBA E DESMORALIZOU AS FALSAS ACUSAÇÕES QUE CIRCULAVAM NA IMPRENSA LOCAL, CONTRA ELE E O PARTIDO







Nesta semana, foram veiculadas, em meios de informação da Paraíba, insinuações a respeito de suposta corrupção eleitoral praticada pelo Secretário Geral do PCB e atual candidato a Presidente da República, Ivan Pinheiro. Acusavam a ele e ao Partido de terem recebido dinheiro para cassar o mandato do ex-governador Cássio Cunha Lima.

A fonte das supostas denúncias seria o próprio candidato a Governador do PCB no Estado, Chico de Oliveira. Alguns portais divulgaram áudio com declarações dele. Seu interlocutor confunde o nome de Ivan Pinheiro com o de Ivan Valente (Deputado Federal-PSOL-SP), mas quer se referir ao Secretário Geral do PCB. Ouça o áudio (anexo 1).

Em seguida, em entrevista a um portal local, Chico de Oliveira assume como sua a voz da gravação, mas diz que estaria “brincando e fazendo ironia com o interlocutor que teria menosprezado sua condição de candidato ao Governo”. “O que eu disse (na gravação) foi uma ficção, uma ironia que fiz para ver se ele parava”. Ouça o áudio no segundo anexo, onde ele desmente todas as acusações e defende o PCB e seu Secretário Geral (anexo 2).

Adversários do PCB passaram a veicular nacionalmente as denúncias, mas sem o desmentido do autor.

Mas mesmo a divulgação do desmentido não resolvia o problema, pois ainda gerava um natural clima de dúvidas em torno de alguém que mentia e desmentia em tão breve tempo.

Nesse quadro, a Comissão Política Nacional (CPN) do PCB adotou algumas medidas, entre as quais a ida do Secretário Geral do PCB a João Pessoa, para dar uma entrevista coletiva à imprensa, convocando o autor das denúncias a estar presente à coletiva.

A entrevista se deu ontem, na sede estadual da Ordem dos Advogados do Brasil, que deu todo o suporte a Ivan Pinheiro, na qualidade de advogado.

Todos os meios de comunicação da Paraíba estiveram presentes. O Secretário Geral do PCB entregou-lhes um vasto dossiê registrando a atuação do PCB no episódio da cassação do ex-governador do Estado, deixando claro que o Partido jamais esteve a serviço do atual governador e que foi inclusive contra a sua posse.

Quando o TRE e depois o TSE cassaram o mandato do ex-governador e determinaram a posse ao segundo colocado (o atual governador), o PCB entrou nos dois Tribunais com recurso pedindo a realização de novas eleições gerais no Estado, como se verifica nos documentos aqui anexos.

De sua parte, Chico de Oliveira, reiterou que a denúncia não passou de uma ironia e desmentiu todo o conteúdo da primeira gravação, reiterando que suas opiniões estão no segundo áudio, em que desmentiu o primeiro.

Em seguida à entrevista, o Secretário Geral do PCB - acompanhado do Secretário Político do PCB na Paraíba, Gervásio Oliveira, e de três camaradas de Pernambuco, designados pelo Comitê Regional do PCB para acompanharem todos os passos de Ivan Pinheiro na Paraíba – entregou um documento no TRE paraibano (anexo 3), comunicando que a CPN do CC do PCB abriu um processo disciplinar contra Chico de Oliveira e suspendeu, a partir de ontem, a sua filiação partidária na justiça eleitoral local.

Rio de Janeiro, 1 de outubro de 2010






Edilson Gomes

Secretariado Nacional

Comissão Política Nacional

Partido Comunista Brasileiro

Postagem de: Luiz Navarro