quarta-feira, 27 de julho de 2011

CONVITE DO COMITÊ CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS

Recebi com muita honra, o convite para participar do Comitê Contra a Criminalização dos Movimentos Populares, que em Ato Público na cidade de Manaus, no dia 8 de agosto de 2011, será estabelecido em frente a Prefeitura Municipal de Manaus,Av. Brasil - Compensa, ás 08:00 horas.
É necessário que toda a população de Manaus prestigíe o evento, para mostrar as autoridades estabelecidas, que as reinvindicações populares são autenticas e genuínamentes oriundas das necesidades mais elementares de sobrevivencia. Portanto inexiste o direito das autoridades permitirem que membros de seu poder, na ansia de mostrar serviços "competentes", criminalizem as manifestações populares da população carente.
Estarei presente no dia e horário do evento em frente a prefeitura.

Escrito e postado por: Luiz Navarro

OBS: Necessito de melhores esclarecimento dos demais membros do COMITÉ CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS POPULARES E SOCIAIS, referente a decisão de iniciar o Ato Público em frente a Prefeitura Municipal de Manaus.

Obs:- 1 - O convite que recebi não tem nome nem endereço de quem me convida a participar. Como até o presente momento não houve manifestação por parte de quem convidou-me, faço o seguinte comentário. - A Prefeitura Municipal de Manaus, não tem poder de criminalizar "Os Movimentos Populares e Sociais". Portanto reafirmo, necessito de maiores esclarecimentos, por parte de quem elaborou o convite.

A INDIGNAÇÃO DO ATOR OSMAR PRADO, SERVE PARA O PAÍS INTEIRO !

Postagem no Facebook de Antonio Carlos Mazzeo

https://www.youtube.com/watch?v=L9UTcd-MPJQ&nofeather=True

Clique no link acima e assista a indignação do ator Osmar Prado, com a situação de salários dos Professores. Essa indignação é maior ainda dos professores do Estado do Amazonas.

Postagem e comentários de: Luiz Navarro

domingo, 24 de julho de 2011

O PETRÓLEO TEM QUE SER NOSSO !







imagemCrédito: APN



ANP: a raposa tomando conta do galinheiro


22 JULHO 2011

CLASSIFICADO EM BRASIL - O PETRÓLEO TEM QUE SER NOSSO!



Crédito: APN

Emanuel Cancella*



Tomou posse na Agência Nacional do Petróleo (ANP), agora em julho, dois diretores: Florival Carvalho e Helder Queiroz. Nada de novo, todos membros da agencia são defensores da lei entreguista de FHC [9478/97], a começar pelo diretor-geral, Haroldo Lima.



Haroldo, um comunista, filiado ao PcdoB, que deixaria incrédulo um ativista da campanha "O Petróleo É Nosso!". Os comunistas foram vanguarda da campanha que movimentou brasileiros no maior movimento cívico nas décadas de 1940 e 1950, resultando na criação da Petrobrás e na introdução do Monopólio Estatal do Petróleo [Lei 2004/53].



Ver agora Haroldo (um camarada) defender leilões de petróleo, a presença das multinacionais do petróleo em nosso país, é dose. Na posse dos novos diretores, estavam presentes figuras como Ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, que dispensa comentários; ex-diretores da ANP, como David Zylbersztajn – ex-genro de FHC, autor da celebre frase em sua primeira entrevista como diretor-geral da ANP: "O petróleo é vosso!". Parafraseando com extremo mau gosto e desrespeito aos nossos antepassados "O Petróleo É Nosso!".



*Diretor do Sinfipetro-RJ



Fonte: http://www.apn.org.br/apn/index.php?option=com_content&task=view&id=2909&Itemid=46

Postagem de : Luiz Navarro

ALTERNATIVA SOCIALISTA

quinta-feira, 21 de julho de 2011

BANCÁRIOS PARALISAM AGÊNCIAS DO ITAÚ COM CAIXÃO,REMÉDIOS E CRACHÁS NO GUARUJÁ SP



20 de julho de 2011

Sind. Bancários de Santos


 Os bancarios organizados pelo Sindicato dos Bancários de Santos e Região paralisaram, por 24h, as agências do Itaú, no Guarujá, da Av. Puglisi, 391 e 330, terça-feira, dia 19/07/2011. Na manifestação foram utilizados caixão de defunto, carro de som, caixas de remédios, crachás, além da entrega de cartas abertas denunciando as mortes e o grande número de bancários com doenças adquiridas, por consequência da pressão para vender produtos do banco e atingir metas impossíveis.



“Esta foram paralisadas seis unidades do Itaú somente nas duas últimas semanas. Continuaremos a defender o emprego, a vida e os direitos dos trabalhadores com firmeza”, afirma Ricardo Saraiva Big, Presidente do Sindicato dos Bancários de Santos e Região.

Duas foram paralisadas em Santos e S.Vicente, segunda-feira, 18/07

Sem dar trégua ao Itaú, os bancários paralisaram as agências da Conselheiro Nébias, 549, em Santos; e a da Presidente Wilson, 82, em São Vicente, segunda-feira, dia 18/07/2011, por 24h, contra as mortes, demissões e a pressão feita nos bancários. Conforme Walmir Gomes, diretor do Sindicato e funcionário do Itaú, as denúncias das mortes foram feitas no Encontro Nacional dos Funcionários do Itaú, realizada dia 08/07, em São Paulo. Segundo membros da Comissão de Organização de Empregados (COE) somente no 1º semestre de 2011, já faleceram cinco funcionários do banco. O último foi um caixa, com 23 anos, por Infarto em pleno expediente em uma agência, na capital.



Conforme os relatos dos dirigentes sindicais da capital, o caixa pediu por dois dias consecutivos para deixar a função e ser levado ao pronto socorro, porque estava passando mal. A chefia o impediu, sob a alegação de não ter outro bancário para colocar em seu lugar. No segundo dia, no início da tarde, enquanto trabalhava no caixa, caiu fulminado por um ataque do coração. O COE e o movimento sindical estão investigando todo o caso para tomarem as medidas cabíveis contra o banco.



Chegou-se ao absurdo de uma gerente, com apoio da Superintendência Regional do banco chantagear e pressionar funcionária, com estabilidade no emprego por força do acordo coletivo da categoria, com 30 anos de Itaú, a renunciar seu direito e ser demitida, senão outros dois seriam no seu lugar. “Se for confirmado, isto configura tortura psicológica, assédio moral e violência contra os trabalhadores”, diz Fabiane Pinheiro, diretora do Sindicato e funcionária do Itaú.



“A vida dos trabalhadores bancários no Itaú está sendo ameaçada pela falta de funcionários e a ganância dos banqueiros Roberto Setúbal e Sérgio Moreira Salles. O maior banco da América Latina não se satisfaz com lucros recordes de mais de R$ 13 bilhões em 2010 ou o novo recorde de R$ 3,53 bilhões no 1º trimestre deste ano”, ressaltou Eneida Figueiredo Koury, Secretaria Geral do Sindicato.

INTERSINDICAL - Instrumento de luta, unidade da classe e de construção de uma central



Rua Riachuelo 122, Praça da Sé - Desenvolvido por: Visual Certo

Postagem de Luiz Navarro

quarta-feira, 20 de julho de 2011

O ASSALTO AOS CÉUS DO DESESPERO PEQUENO-BURGUÊS


(Roberto Numeriano)

Camaradas:

Em carta assinada por um ex-militante do Partidão, sou citado indiretamente, pois é público que sou servidor público federal da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), mediante concurso feito em 1994, além de membro do Comitê Central. O fato é público internamente ao Partido e também para a sociedade, na qualidade ainda de professor universitário e jornalista. Por isso, venho, publicamente, respondê-la em termos políticos. Menos pelo fato de que estou preocupado com a defesa de minha imagem de militante e de servidor público, e mais porque se trata de excelente oportunidade para refletir sobre as causas essenciais, em termos político-ideológicos, da Carta de Ruptura com o PCB, espécie de desabafo pequeno-burguês de quem pretende, como um arcano da Providência divina, saber para onde segue a história social e política da luta revolucionária no Brasil.

É típico, em determinados momentos de refluxo da luta de classes, como o que estamos vivendo no país, ocorrer reação de desespero diante da sensação de que “está tudo parado”. Esta sensação reativa é fruto da idealização de processos políticos e sociais. Sempre ocorre, e a literatura revolucionária está cheia de histórias de coletivos e de indivíduos que partiram pro tudo ou nada, pro assalto aos céus. É em geral protagonizada pela mentalidade pequeno-burguesa, atraindo sobretudo jovens que, oriundos quase sempre de camadas médias urbanas, imaginam desalojar Satã e suas hostes de anjos malignos do capital na primeira carga de sua artilharia de verbos e punhos fechados.

O velho Partidão, no qual comecei a militar aos 21 anos (1984), conhece isso de cor e salteado, como dizemos aqui no Nordeste. Ainda na época da clandestinidade me aproximei do Partido imaginando saber muito sobre a teoria e prática revolucionária, fruto de minha idealização livresca do real. Mal comecei a conversar com os velhos quadros do Partido (operários, padeiros etc) percebi que aqueles homens tinham mais a me ensinar do que qualquer livro. Eram homens da luta de vida e morte contra o fascismo militar e civil que o PCB enfrentou desde os anos 20. Eram de origem operária e rural. Eram homens honrados porque, decerto, não viam aquele jovem diante deles como de classe A, B ou C. Não perguntariam minha profissão, se àquela época eu já tivesse uma. Não veriam cor, sexo ou religião. Nem, sobretudo, duvidariam de minha honra. O que importava para eles é que eu estava ali, no PCB, um jovem que um dia eles também foram nos tempos de Gregório Bezerra e de Luís Carlos Prestes.

E lembro como exemplos esses dois nomes imortais da luta revolucionária e socialista brasileira porque foram homens oriundos do Exército brasileiro, instituição cuja história é anticomunista e até fascista, desde os anos 20. Pois militaram no Exército grandes quadros do PCB. E ninguém duvidava da honra desses homens, ninguém apareceu para acusá-los de “infiltrados e oportunistas”. E foram milhares os militantes do PCB oriundos das Forças Armadas, mesmo na ativa do serviço.

Queria dizer que jamais me movi para integrar o Comitê Central. Para mim, é uma honra política maior do que qualquer outra que eu pudesse alcançar como militante. Não é pouco integrar um coletivo que um dia abrigou Gregório, Prestes e Marighela. Fui chamado para compor esse coletivo. Posso sair dele agora ou no futuro, e continuarei minha militância com a mesma dedicação.

A Carta fala num “medo da militância”. Para mim, o medo é mal conselheiro. É justamente ele quem inspira, na essência, o arrazoado raivoso, contraditório e injusto que significa a Carta. Fala-se de um medo atribuindo-o a terceiros, mas que parece ser, na verdade, próprio do autor, que talvez se julgue iluminado, como um guia dos povos a indicar o caminho a seguir na bem-aventurança de sua prédica radical (e até fanática, se observarmos bem). O medo é comum aos jovens, como também a disposição de lutar. Mas também é exigido deles, como aos velhos, ser honrado, pois é princípio revolucionário respeitar moralmente a pessoa, mesmo se discordarmos dela em termos político-ideológicos.

Eu diria mesmo que estão com medo justamente esses que estão saindo, arvorando-se intérpretes irrefutáveis do atual estágio da luta de classes no Brasil. Medo de não suportar o que já estamos vivendo como uma dimensão ideológica da luta, que é dar uma aparência falsa de tudo estar parado ou estar “piorando”, este piorar em termos de avanço do poder do capital e da hegemonia política burguesa. Querem, pelo desejo, acelerar o processo. Idealizam, ingenuamente, que haja, nos termos materiais e político-ideológicos da luta, alguma força capaz de materializar / mover agora esse engenho na perspectiva revolucionária. Talvez filosofem a partir dos seus hormônios e necessitem forçar processos para obter alguma carga de adrenalina. Mas a adrenalina não existe para dar sentido ao desespero e fanatismo das ideias. Se querem fruir a luta revolucionária como uma droga, saem do PCB em boa hora. Deve haver muita gente por aí interessada em voluntariosos espíritos fanatizados, ideais para massa de manobra. Deve haver espaço na Terra do Nunca para mais um Peter Pan e sua mentalidade (política) infantil.

Não quero essa régua da sociometria do desespero pequeno-burguês, pessoal ou de grupo. Esta régua vem de um baú antigo, de onde já saiu várias vezes para dar supostas soluções que resultaram em rachas dos rachas dos rachas ou em grupos que se formaram de grupos de grupos de grupos.

Caros retirantes. A rigor, não escrevi este texto como uma resposta. Não respondo a grosserias e ideias que primam pela contradição rasteira, até ódio. Esta carta pode servir para uma reflexão daqueles que querem instituir um debate sobre o PCB, suas resoluções políticas e a luta dos seus militantes (também feita de contradições, erros etc). Este debate nunca deixou de existir, pois, a despeito da aparência de tudo estar parado no Partido ou fora dele, as forças materiais continuam no seu eterno embate, embora muitas vezes não visível.

Mas, para começo de qualquer conversa ou debate, é preciso respeitar a honra das pessoas. Quem até hoje não aprendeu isso, dificilmente entenderá do que falo, mesmo quando estiver a relembrar, do alto de suas conquistas pessoais, o tempo em que fez o seu assalto aos céus, saindo do Partidão.

Recife, julho de 2011



Roberto Numeriano


Nota do Secretariado Nacional: Numeriano é membro do CC e do CR do PCB em PE, que se solidarizam com sua presente manifestação.


Postagem e comentários de : Luiz Navarro - O nosso entendimento é que o autor da "CARTA ABERTA", não tinha o objetivo de esclarecer nada, o objetivo maior foi causar danos ao PCB. Ficou parecendo uma vingança para satisfazer um ego ferido

terça-feira, 19 de julho de 2011

NÃO HÁ VONTADE PARA A PAZ NA COLOMBIA !

Piedad Córdoba: Não há vontade para a paz na Colômbia neste momento

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imagemCrédito: Carlos Lozano Guillen
Carlos Lozano Guillen
A defensora dos direitos humanos declarou que o Governo de Juan Manuel Santos busca uma vitória militar no conflito interno, onde as autoridades “estão dando um tempo para lograr matar o secretariado das FARC”.
A líder do coletivo Colombianos e Colombianas pela paz, Piedad Córdoba, considerou nesta quarta-feira que na Colômbia não existe “neste momento uma vontade que trilhe a via da aproximação com a paz”. De fato os últimos episódios do conflito armado interno de seu país dão conta de um recrudescimento do mesmo.
A dirigente defensora dos direitos humanos chegou a esta conclusão durante uma entrevista para A Rádio do Sul, onde avaliou as últimas ações armadas da guerrilha, “com os golpes que receberam em várias regiões do país” e a ofensiva ordenada pelo Governo do presidente Juan Manuel Santos, que busca “uma vitória militar, que serviria para as medalhas de alguns generais, apesar de que há tantos mortos e tanta pobreza na Colômbia”.
Córdoba estimou que as atuais autoridades colombianas “estão dando um tempo para lograr matar o secretariado das FARC, e já não sei então com quem fariam a paz, ou seja, quais seriam os acordos”, disse.
Neste sentido, estimou que se atualmente em seu país se impulsionam algumas reformas importantes, estas “não são nem definitivas nem profundas”.
A ex-legisladora mencionou que com o impulso de tais reformas parece aplicar-se na Colômbia uma espécie de “manual de operação” similar à atual situação de Honduras, onde se logrou o regresso do ex-presidente Manuel Zelaya através do Acordo de Cartagena.
“Não há garantias”, indicou Córdoba, em referência à prisão do ex-ministro da Presidência de Zelaya, Enrique Flores Lanza, além da soltura de pessoas e ameaças que constituem um ultraje aos propósitos desse pacto.
Destacou que em Honduras foi aprovada uma Lei de Inteligência e Contrainteligência “que é exatamente igual” à que se discute este ano no Parlamento colombiano, que no seu parecer “legalizaria muito do que foi toda a perseguição e a intromissão”.
Postagem de: Luiz Navarro

sábado, 16 de julho de 2011

IRUN SANT'ANNA LANÇA LIVRO AOS 94 ANOS

Irun Sant'Anna lança livro aos 94 anos

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imagemCrédito: PCB
"O garoto que sonhou mudar a humanidade" conta a trajetória do médico comunista.
Magé, município localizado no interior do Estado do Rio de Janeiro, foi o local escolhido pelo médico comunista Irun Sant'Anna para lançar seu livro "O garoto que sonhou mudar a humanidade", editado pela Fundação Dinarco Reis. O evento ocorre no próximo dia 19 de julho, às 19h, no saguão do Hotel Canopus, no Centro da cidade.
É possível que alguns dos que estarão presentes para terem seus livros autografados pelo autor já tenham dependido das mãos do Dr. Irun para se manterem sadios, talvez até mesmo vivos. Como relata estudo recente do historiador Felipe Augusto dos Santos Ribeiro, a relação entre Irun Sant'Anna e Magé começou quando o médico, comunista desde os 18 anos, foi designado para amenizar e controlar a propagação da malária em uma cidade que, ao longo de 20 anos (entre 1920 e 1940), teve sua população elevada em apenas cinco mil habitantes, devido à quantidade absurda de óbitos decorrentes da doença. Irun não só cuidou da saúde daquela população como divulgou as idéias do PCB, organizando o partido na cidade - que contava com cinco fábricas texteis.
Essas passagens são narradas na primeira pessoa por Irun, que também conta no livro sua participação - e a do PCB - na organização de uma entidade nacional que representasse os estudantes brasileiros, a UNE. O hoje senhor de 94 anos, firme e irredutível em suas convicções, é o único fundador da União Nacional dos Estudantes ainda vivo.
Serviço:
Noite de Autógrafos de "O garoto que sonhou mudar a humanidade"
Local: Saguão do Hotel Canopus, no Centro de Magé (RJ)
Horário: Dia 19/07, às 19h.
Postagem de: Luiz Navarro

segunda-feira, 11 de julho de 2011

EM GREVE HÁ 50 DIAS, 10 MIL PROFESSORES EM SC

09 Julho 2011


Classificado em Sindical - Greve

Crédito: Terra

Fabrício Escandiuzzi

Direto de Florianópolis

Em assembleia, os professores decidiram manter a greve


Cerca de dez mil professores da rede estadual de ensino de Santa Catarina, segundo os cálculos da Polícia Militar, realizaram uma manifestação na tarde desta quarta-feira em Florianópolis. Em greve há 50 dias, a classe rejeitou a proposta apresentada pelo governo estadual durante assembleia realizada na Passarela Nego Quirido, local utilizado para desfile das escolas de samba da capital.

A decisão de manutenção da greve chegou a ser comemorada com foguetório pelos professores que lotaram as arquibancadas. Durante a definição pela continuidade da paralisação houve vários momentos de tensão. A maioria rejeitou a proposta apresentada pelo governador Raimundo Colombo e os grupos que se manifestaram pelo fim da greve foram vaiados pelos manifestantes. Alguns chegaram a ser ofendidos durante os pronunciamentos.

A categoria exige o cumprimento do piso salarial nacional e a manutenção dos abonos e benefícios. O governo, por outro lado, admitiu cumprir o piso, mas apresentou uma proposta de redução dos outros rendimentos da classe.

Os professores querem que o piso nacional seja o salário inicial, pago sem a retirada dos benefícios que estão na folha de pagamento. O governo concorda com o pagamento do piso e chegou a apresentar uma proposta de salário de R$ 1.483. O ponto que gera controvérsia é que a proposta não significaria um salário "real", pois o Estado somaria os adicionais e benefícios da classe para se obter o valor proposto.

Após a assembleia, os professores seguiram para o prédio da secretaria da Educação, no centro de Florianópolis, onde pelo menos cem manifestantes estão acampados desde a terça-feira da semana passada.

A greve dos professores de Santa Catarina afeta cerca de 700 mil alunos há quase dois meses. A estimativa do próprio Sindicato dos Trabalhadores da Educação (Sinte-SC) é a de que o ano letivo esteja comprometido na rede estadual de ensino.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5226431-EI8266,00-Em+greve+ha+dias+mil+professores+protestam+em+SC.html


Postage e comentário de : Luiz Navarro - É melhor ousar lutar ousar vencer, que  vergar o dorso
                                                                na eterna subserviência.

sábado, 9 de julho de 2011

CUIDAR DA SAÚDE PÚBLICA COMBATENDO O CAPITALÍSMO !

Viva o socialismo !



A pequena ilha de Cuba dá lições ao mundo capitalista, de como cuidar da saúde de um povo.




Por trás dos argumentos de que os governos não têm verbas para investir, ou que a
administração pública e estatal é sinônimo de ineficiência, insatisfação da população e
desperdício de recursos públicos, partidos do grupo de apoio ao governo Lula/Dilma
(PT, PMDB, PCdoB e outros) e da oposição de direita (PSDB, DEM e auxiliares),
escondem o abandono e os cortes de verbas de serviços públicos federais, estaduais e
municipais, como a Saúde Pública, e os entrega a grupos privados.

Estes grupos que sugam o dinheiro público, assumem vários disfarces de entidades
sem fins lucrativos: Organizações Sociais (OS), Organizações da Sociedade
Civil de Interesse Público (OSCIP), os conselhos de administração das
Fundações Estatais de Direito Privado, Empresa Brasileira de Serviços
Hospitalares - cuja medida provisória foi enviada por Lula ao Congresso Nacional às
escondidas, no último dia de seu governo, e vem sendo mantida por Dilma como
projeto de Lei.

O resultado da implantação dos modelos privatistas de gestão é o aumento das
perdas impostas aos usuários e trabalhadores do SUS, tais como: a negação dos
Princípios do SUS de universalidade e integralidade; priorização da quantidade de
atendimentos sobre a qualidade, a partir das metas impostas pelos contratos de
gestão ou termos de parcerias estabelecidas entre os governos e as organizações
privadas; o desrespeito aos direitos trabalhistas e a descontinuidade de tratamentos
devido à rotatividade de profissionais.

Em qualquer processo de privatização ocorre a apropriação privada dos recursos
públicos, respaldados pelas leis que regulamentam os modelos de gestão privados.
Essa regulamentação livra as OS, as OSCIP e as Fundações Estatais de Direito
Privado, da obrigação de apresentar seus gastos aos tribunais de contas e de fazer
licitações. Desta forma, a saúde vira uma farta fonte de lucro para empresas
fornecedoras de materiais e de contratação de profissionais.

A luta pelo SUS estatal, no bojo da luta por um sistema de Seguridade também
estatal e universal, se impõe como demanda imediata de garantia de condições de
sobrevivência para os trabalhadores. O Partido Comunista Brasileiro – PCB, não
considera que as dificuldades impostas aos trabalhadores e usuários da saúde pública,
se devam à incompletude do desenvolvimento do capitalismo brasileiro e da não
consolidação de um Estado de Direito.

Pelo contrário, a transformação da saúde e demais serviços em mercadoria para
poucos, aliada ao direcionamento de políticas focais, onde o mínimo é oferecido não
como direito assegurado pelo Estado, mas como caridade para os que não podem
pagar, se deve ao pleno desenvolvimento do capitalismo que acentua as contradições
entre a classe trabalhadora e o capital, com respaldo da consolidação do Estado de
direito burguês.

A universalização das políticas públicas em sua integralidade, com qualidade para
todos, não fazem parte da agenda do capital. São princípios que, para se
desenvolverem plenamente, exigem a transformação radical da sociedade, com

PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO
Rua da Lapa, 180, Grupo 801 – Lapa, Rio de Janeiro, RJ

Telefone: (21) 2262-0855 – Portal: www.pcb.org.br – Email: pcb@pcb.org.br
 
Postagem de: Luiz Navarro

DE ROMPIMENTOS E VAIDADES

Camaradas,

Para ser sincero, não li as "Cartas de Rompimento com o PCB", divulgadas no mês passado, mas me atrevo a fazer uma breve crítica das mesmas, pois todas

as cartas de rompimento são, na essência, iguais, sejam políticas ou

amorosas.



Não li e nem vou ler porque, embora considere que nelas possivelmente exista algo aproveitável, textos de rompimento caudalosos são um exercício de petulância, arrogância e vaidade que sinalizam a dimensão ególatra dos seus redatores.



No fim das contas, você tende mais a lamentar a pobreza dos espíritos pequenos do que a saída, propriamente.



Camaradas, não sou mineiro, embora tenha bebido da boa água das Minas Gerais, pois nessa terra morei três anos. Mas sou um pernambucano desconfiado. Acho que em fevereiro ou janeiro um desses rapazes escreveu uma carta na qual pedia licença do CC, a fim de se dedicar aos estudos. Comecei a ler a carta (no fundo, quase um "pede

pra sair" em esboço).



Parei a leitura em menos de um terço das linhas: a luz vermelha acendeu logo. Misturada com sua gigantesca vaidade, via-se o típico exercício do sentimento de marido corneado, que escreve textos que deveriam ser de despedida, mas que se derramam em conselhos velados e indiretos (por trás do biombo da vergonha), para a

mulher que fica. Sabe que a "fila vai andar", e quer que a mesma ande na direção que ele está traçando...



Essas cartas são insuportáveis porque seus redatores parecem querer deixar conselhos sábios e infalíveis aos que ficam e, pior ainda, parecem buscar projetar seu ego no futuro, quando (feita a revolução e sendo vitoriosa sua tese política), dezenas de milhões vão se debruçar sobre seu tirocínio e inteligência políticas e arregalar os olhos, bestificados, sobre como foi possível esse gênio e profeta não ter convencido a nós, reles mortais, sem a sapiência de guias geniais. Acho que esses ex-militantes deviam escrever cartas de suicídio político, breves e honestas.



Acho que o CC deveria tratar desses textos de modo não institucional. Do mesmo modo como não se discutem publicamente as razões de cartas de suicidas, deveríamos determinar que seus redatores (uma vez que decidiram romper) enviem suas cartas para aqueles com dos quais eram mais próximos, em termos do diálogo político. A lista do Partido não deve ser usada arbitrariamente. Não deve ser espaço do exercício egocêntrico de gente que imagina fazer revoluções no papel e na eterna verborragia.

Se decidiu romper, o autor deve enviar a carta apenas à CPN, que disponibilizará o texto apenas aos interessados. E só. Não podemos perder tempo com essa gente que se julga maior do que o Partido.

Roberto Numeriano – membro do CC e do CR-PE do PCB.


Postagem e comentário de: Luiz Navarro  -  Concordo com o Roberto Numeriano, pois se o ex-militante assim o desejasse, teria o espaço das reuniões internas do PCB, para colocar suas idéias. O que aconteçe é que nas discursões democraticas é necesario o convencimento da maioria. Quando derrotada a proposição é necessário a humildade para reconhecer que os demais também  pensam e tem discernimento para decidir pela melhor proposta.

terça-feira, 5 de julho de 2011

TODA SOLIDARIEDADE AOS TRABALHADORES GREGOS, TODO APOIO AO PARTIDO COMUNISTA GREGO












 Nota da Comissão Política do PCB


 Mensagem sinalizada Segunda-feira, 4 de Julho de 2011 14:47Corpo da mensagem

O Partido Comunista Brasileiro (PCB) manifesta sua solidariedade combativa aos trabalhadores gregos em sua justa luta contra as medidas tomadas pelo governo para atender os interesses do grande capital, neste momento de crise do capitalismo.

Os capitalistas querem que os trabalhadores paguem a conta da crise, mediante a redução dos salários, corte dos gastos públicos e aposentadorias, privatizações, entre outras medidas, mas os trabalhadores já começam a compreender que a única forma de barrar essa ofensiva do capital é se organizar, realizar mobilizações e greves e liderar a contraofensiva para a conquista de uma outra sociedade, na qual os trabalhadores passem a ter em suas mãos a direção política da sociedade grega.

Nesta jornada de luta merece destaque especial o empenho da central sindical PAME para mobilizar os trabalhadores e, especialmente, o trabalho de orientação política e de vanguarda que vem sendo desenvolvido pelo Partido Comunista Grego (KKE) na luta por uma sociedade socialista. Já está provado que o capitalismo não tem mais nada a oferecer à humanidade, a não ser guerra, miséria e exploração.

Desde o Brasil, o PCB, coerente com sua posição internacionalista, espera que os trabalhadores gregos consigam barrar essa ofensiva do capital e abram espaço para conquistas muito mais amplas, na direção de uma nova sociedade.

PCB - Partido Comunista Brasileiro

Comissão Política Nacional

Veja a Página do PCB – www.pcb.org.br

Partido Comunista Brasileiro – Fundado em 25 de Março de 1922

Postagem de: Luiz Navarro





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