terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Existem intelectuais incompetentes e ditos semi-analfabetos competentíssimos

A letargia (imobilidade) do final do Governo FHC, é público e notório. Quem não lembra que o Brasil estava absolutamente um caos economíco no final do governo privatizador "Tucano". Que autoridade essa gente tem para falar de economia. O intelectual Fernando Henrique Cardoso, chegou a dizer quando presidente- Esqueçam tudo o que falei !

Em ato seguinte entregando as nossas economias realizadas anos após anos guardadas com muito sacrifício nas Estatais diversas. Quem não lembra dos 11 operários que morreram na plataforma P-36 que por descaso na manutenção explodiu levando para o fundo do mar 10 cadáveres de brasileiros jamais resgatados. Quem não lembra do afundamento da plataforma de petroléo P-36 afundanda pela incompetência administrativa na Petrobras.

Quem não lembra da tentativa de mudança de nome de Petrobras para "Petrobrax". Quem não lembra da explosão da tubulação do oleoduto da Petrobras incendiando vários barracos na favela. Isso tudo aconteceu no Governo Tucano do FHC, e o Presidente da Petrobrás na época era genro do FHC. Essas coisas pararam de acontecer. Porque?

O dito melhor Senador da republica foi o todo poderoso Ministro chefe da casa Civil do Governo FHC, porque não perenizou a Zona Franca de Manaus. Influencia tinha para tal empreitada, não fez porque não lembrou.
O livro Privataria Tucana do jornalista Amaury Ribeiro Junior retrata muito bem o que foram as privativações das nossas economias através das Estatais brasileiras. De acordo com o livro, escorreram pelo ralo da corrupção.
Hoje o Brasil está posicionado em sexto lugar na economia mundial, realização de um dito analfabeto mas, que tem competencia, e pena que seja um trabalho voltado para os capitalistas em detrimento dos trabalhadores.
Portanto quem é essa gente para falar hoje de economia brasileira. Que autoridade tem os "TUCANOS" para falar de economia Amazonense. Quem vier a crer é porque não sabe viver. Entre o PT voltado para o capitalismo e o PSDB voltado para os imperialistas fico com o PT progressista.

Postado e escrito por: Luiz Navarro


   

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

OS ESTADOS UNIDOS CONTRA TODOS

Immanuel Wallerstein sustenta: giro estratégico de Washington rumo à Ásia parece precocemente comprometido. País coleciona série impressionante de fracassos diplomáticos
Por Immanuel Wallerstein* | Tradução: Daniela Frabasile
Houve um tempo em que Estados Unidos tinham muitos amigos, ou pelo menos seguidores relativamente obedientes. Hoje em dia, parece que não têm nada além de adversários, de todas as cores políticas. E parece que o país não vai muito bem na disputa com seus antagonistas.
Veja o que aconteceu em novembro de 2011 e tem acontecido na primeira metade de dezembro. O país sustentou divergências com a China, Paquistão, Arábia Saudita, Israel, Irã, Alemanha e América Latina. E não se pode dizer que deu-se bem em nenhuma das controvérsias.
O mundo interpretou a presença e os anúncios do presidente Barack Obama na Austrália como um desafio aberto à China. Ele disse ao Parlamento australiano que os Estados Unidos estão determinados a “alocar os recursos necessários para manter nossa forte presença militar na região”. Para finalizar, Washington está instalando 250 marines na base aérea australiana em Darwin — no futuro, possivelmente poderá aumentar o número para 2.500.
Essa é apenas uma de muitas jogadas similares que se executam no tabuleiro da exibição militar. Enquanto os Estados Unidos saem (ou são forçados a sair) do Oriente Médio, por razões tanto políticas como financeiras, estendem seus músculos em direção à região da Ásia-Pacífico. A estratégia seria viável, diante da urgente demanda por redução os gastos — mesmo com o exército — e da crescente relutância dos norte-americanos em relação ao envolvimento do país em questões externas? Até agora, a “resposta” da China tem sido virtualmente a não-resposta. É como se os governantes chineses soubessem que o tempo está ao lado de seu país — mesmo em suas relações com os Estados Unidos, ou especialmente nas suas relações com os Estados Unidos.
Há, também, o Paquistão. Os Estados Unidos lançaram os desafios: Islamabad deve acabar com os movimentos islâmicos. Deve parar de tentar sabotar o governo de Hamid Karzai, no Afeganistão. Deve parar de ameaçar a Índia com ações militares na Caxemira. Se não… o quê? Eis o problema. Ao que parece, pelos documentos que vazaram, os Estados Unidos acreditavam que o último amigo que lhe sobrou no Paquistão — o atual presidente Asif Ali Zardari —poderia demitir o líder do exército, o General Ashfaq Parvez Kayani. Como resposta, o General Kayani articulou para que Zardari realizasse tratamento médico em Dubai, nos Emirados Árabes. O potencial golpe arranjado pelos Estados Unidos falhou. E, se Washington tentar retaliar a manobra paquistanesa cortando ajuda financeira, sempre haverá a China, para tomar seu lugar.
No Oriente Médio, o que Obama mais quer é que nada dramático aconteça entre Israel e os palestinos até, pelo menos, sua reeleição. Isso não satisfaz realmente as necessidade da Arábia Saudita ou do primeiro-ministro israelense, Benyamin Netanyahu. Por isso, do ponto de vista norte-americano, ambos estão procedendo de maneira fazer marola. E os Estados Unidos estão muito mais numa posição de implorar a judeus e sauditas do que comandá-los ou controlá-los.
Ainda na Ásia, há o Irã, supostamente a principal preocupação imediata dos Estados Unidos — e também da Arábia Saudita e Israel. Washington está usando seus aviões supersecretos não-tripulados (os chamados drones) para espionar os iranianos. Nada surpreendente, exceto pelo fato de que, ao que parece, e de algum modo, um desses drones pousou no Irã — eu digo “pousou” porque a questão crucial é como e por que pousou.
A CIA, dona do avião, diz de maneira pouco convincente que o incidente deveu-se a alguma falha mecânica. Os iranianos, por sua vez, insinuam que derrubaram o drone com um ataque cibernético. Os Estados Unidos garantem que não, que seria “impossível” — mas Debka, a voz da internet israelense, diz que é verdade. Eu acredito que seja provável. Além disso, agora que os iranianos têm o avião, estão trabalhando em desvendar todos seus segredos técnicos. Quem sabe? Eles podem publicar esses segredos para que o mundo todo saiba. E então, quão secretos serão os drones supersecretos?
Ah, sim, a Alemanha. Como todos sabem, existe uma “crise” na zona do euro. E a chanceler alemã Angela Merkel tem trabalhado duro para que os países da zona do euro comprem uma “solução” que irá funcionar para ela — tanto politicamente, dentro da Alemanha, quanto economicamente, na Europa. Merkel tem pressionado um novo Tratado Europeu que iria impor automaticamente sanções aos países signatários que violem suas disposições.
Os Estados Unidos pensaram que essa seria uma abordagem equivocada. Para Washington, trata-se de uma ação de médio prazo que não resolveria imediatamente o problema financeiro da Europa. Obama enviou ao Velho Continente seu secretário do Tesouro, Timothy Geithner, a fim de insistir em suas sugestões alternativas. Os detalhes não importam, nem qual é a melhor opção. O importante é notar que Geithner foi totalmente ignorado e os alemães conseguiram o que queriam.
E, finalmente, os países da América Latina e do Caribe se encontraram na Venezuela para estabelecer uma nova organização: a Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC). Todos os países americanos assinaram o tratado, exceto os dois que não foram convidados — Estados Unidos e Canadá. A CELAC foi desenhada para suplantar a Organização dos Estados Americanos (OEA), que inclui os Estados Unidos e o Canadá, e que suspendeu Cuba. Pode levar algum tempo até que a OEA desapareça e que somente a CELAC permaneça. Ainda assim, não é exatamente algo que Washington esteja celebrando.

(*) Immanuel Wallerstein é professor-sênior do Departamento de Sociologia da Universidade de Yale, nos Estados Unidos. Seu saite é www.iwallerstein.com

Postagem de: Luiz Navarro

domingo, 18 de dezembro de 2011

A VERDADEIRA DEMOCRACIA DIRETA E PARTICIPATIVA NA lÍBIA, QUE FOI DESTRUÍDA PELA OTAN, ONU E E.U.A.

LA VERDADERA DEMOCRACIA DIRECTA Y PARTICIPATIVA EN LIBIA QUE HA DESTRUIDO LA OTAN Y LA ONU



LA VERDADERA DEMOCRACIA DIRECTA Y PARTICIPATIVA EN LIBIA QUE HA DESTRUIDO LA OTAN Y LA ONU:
Es obligación Moral difundir
por todos los rincones del Mundo! 20 cosas que Libia nunca volverá a ver
1. No hay ninguna factura de la luz en Libia, la electricidad es libre para todos sus ciudadanos .
2. No hay interés de los préstamos, los bancos en Libia son de propiedad estatal y los préstamos concedidos a todos sus ciudadanos en el cero por ciento de interés por la ley. La usura está prohibida y penada por Ley.
3. Tener un hogar considerado como un derecho humano en Libia. Gaddafi prometió una casa a todos antes de poner una casa para su padre y mantuvo su promesa: su padre murió sin casa.
4. Todos los recién casados en Libia recibe $ 60.000 dinares (50.000 dólares EE.UU.) por el gobierno para comprar su primer apartamento para ayudar a la puesta en marcha de la familia.
5. Tratamientos de la educación y de atención médica gratuita en Libia. Antes de Gaddafi sólo el 25 por ciento de los libios sabían leer y escribir. Hoy en día, la cifra es del 83 por ciento.
6. Cualquier libio que quiera ser agricultor recibe gratis, tierra, una casa, animales, equipo de agricultura y semillas
7. Si los libios no puede encontrar las instalaciones educativas o médicas que necesitan, los fondos del gobierno a ir al extranjero, ya que no sólo es pagado, pero que reciben un mes de EE.UU. $ 2.300 / para gastos de alojamiento y coche.
8. Si uno se compra un coche de Libia, el gobierno subsidia el 50 por ciento del precio.
9. El precio del petróleo en Libia es de $ 0,14 por litro.
10. Libia no tiene deuda externa y las reservas que ascienden a $ 180 mil millones están congelados a nivel mundial.
11. Si un ciudadano libio no puede conseguir empleo después de graduarse el estado pagaría el salario promedio de la profesión, como si él o ella se emplea, hasta que el empleo se encuentra.
12. Una porción de cada venta de petróleo de Libia se le atribuye directamente a las cuentas bancarias de todos los ciudadanos libios.
13. Una madre que da a luz a un niño recibirá 5.000 dólares EE.UU..
14. 40 barras de pan en Libia cuesta $ 0,15.
15. 25 por ciento de los libios tienen un título universitario .
16. Gaddafi llevó a cabo la más grande del mundo proyecto de riego, conocido como el proyecto del Gran Río artificiales , para que el agua disponible en todo el país desierto.
17. Gadafi pedía pago del petróleo en otra moneda y ya no en dólares. Es en dinars africanos respaldado en oro. A esto Sarkozy, el presidente de Francia, lo llamó “un peligro para las finanzas del mundo”.
18. Libia compartía su tesoro con otros países de África. Sin la tiranía de los bancos de Rothchild todos podemos vivir libres sobre la Tierra sin cargar enormes deudas con grandes intereses. Los bancos y sus políticos comprados están robando trillones de dólares, euros y libras todos los años.
Fuimos globalmente esclavizados. Ahora Libia será esclavizada.
19. Gaddafi cree en la democracia directa que está en su Libro Verde…. Y fundo la UNION AFRICANA como instrumento de liberación del imperialismo.
20. Gadafi fue el primer gobernante mundial mucho antes que EE.UU que dicto una orden de busca y captura contra Bin Laden, combatió el terrorismo con firmeza en Libia
Libia y Gadafi, la verdad que
se supone debes conocer…………………………

Postagem e comentários de : Luiz Navarro - Tudo o que você está tomando conhecimento  pela reportagem supra, sobre o regime de Gaddaf, foi o que os E.U.A., ONU e OTAN, pretendiam esconder do mundo, além de roubarem o petróleo Líbio.
Viva, viva e viva o socialismo!!!!!!!!!!!!!!!

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

A CRUELDADE QUE ALGUNS QUEREM PERDOAR.

A LEGIÃO DOS ESQUECIDOS!

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A LEGIÃO DOS ESQUECIDOS!

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http://www.youtube.com/watch?v=fSB99DRoFdU

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Postagem de: Luiz Navarro


ube



http://www.youtube.com/watch?v=fSB99DRoFdU

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Clique em You T para assistir os horrores da ditadura

OS MOVIMENTOS SOCIAIS SÃO, TRABALHADORES EM LUTA

Movimentos Sociais ocupam a Paulista por terra, trabalho e moradia

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Klaus Nunes Ficher*
No último dia 08 de dezembro, trabalhadores da Fábrica Ocupada Flaskô e militantes do Movimento dos Trablhadores Sem Teto (MTST) e do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) de Campinas realizaram um ato público na Avenida Paulista. Trabalhadores da cidade e do campo se uniram sob a égide de uma luta por terra, trabalho e moradia.
A manifestação se concentrou no vão do MASP e seguiu até o Escritório da Presidência da República em São Paulo, na região da Consolação, tingindo de vermelho o cartão postal da cidade. Os manifestantes ocuparam 3 andares do edifício até serem recebidos pela secretaria para apresentar suas reivindicações.
No período da tarde houve o lançamento da campanha "Sem Teto Com Vida" na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo. A campanha visa denunciar as persiguições e a criminalização que os movimentos populares sofrem no país hoje.
Vários militantes do Partido Comunista Brasileiro do estado de São Paulo estiveram presentes no ato, construindo a manifestação, se somando aos trabalhadores na luta. A delegação do PCB contou com camaradas das cidades de Campinas e Marília, além de militantes da capital.
*Membro do Comitê Regional do PCB-SP

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Postagem de: Luiz Navarro

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

CHINA ESTÁ PRONTA PARA A GUERRA

Centro Histórico
Mercado da Praia Grande

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011


General chinês afirma: Para defender o Irã, China está pronta para a 3ª guerra

General chinês National Defense University, explica que a China deve tomar todas as medidas para proteger o Irã, mesmo que isso signifique o início da III Guerra Mundial, à medida que mais navios de guerra americanos são enviados para a região no contexto de tensão crescente.

Segundo a NDTV, o serviço de notícias chinês, que são fora do país, emitiu uma declaração de chineses Major General Zhang exército Chaochonga "No caso de um ataque ao Irã EUA e koolitsiey Israel exército chinês tomará medidas para proteger um aliado, apesar da possibilidade de iniciar a III Guerra Mundial.

As autoridades chinesas têm reafirmado a sua aliança com o Irã na semana passada, especialmente ontem, quando se recusou a criticar o Irã por um ataque contra os estudantes da embaixada britânica em Teerã.

Tanto a China quanto a Rússia têm indicado que eles vão se opor a todas as sanções das Nações Unidas sobre o surto de uma ação militar contra o Irã. "A China tomou conhecimento do forte reação assumidos pelos países em estes desenvolvimentos e está preocupado com a evolução da situação ", dos Negócios Estrangeiros chinês porta-voz do Ministério Hong Lei, a jornalistas."Esperamos que os países relevantes mantenham a calma e mostrar contenção e evitar a ação emocionais que podem levar a um confronto." 

Enquanto isso, o na área de conflito, enviou três navios de guerra americanos para participar do USS John C. Stennis para a frota de quinta. C Stennis, Nimitz-classe superporta nuclear, já colocados na proximidade das águas territoriais iranianas, o USS Carl porta-aviões Vinson tinha acabado de ser lançada a sua casa de porta para se juntar os EUA 5 Fleet AOR.


Fonte: Rede Liberdade

Postagem de: Luiz Navarro

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Tão logo recebeu o diagnóstico de um câncer na laringe, o ex-presidente Lula fez a opção de fazer seu tratamento no melhor e mais caro hospital da América Latina, o Sírio Libanês, em São Paulo. Nenhum reparo, pois como ex, tem direito às “regalias constitucionais” – dois veículos executivos oficiais, dois assessores, o plano de saúde mais caro do país, funeral de chefe de Estado e remuneração de aproximadamente R$ 26 mil, em valores de hoje –, tudo pago integralmente pela Casa Civil, como prevê a Constituição da República Federativa do Brasil. Imediatamente também, nas redes sociais, surgiram manifestações de internautas sugerindo a Lula que fosse enfrentar seu tratamento no Sistema Único de Saúde (SUS). Não tardou e começou a tentativa dos lulo-petistas de desqualificar essas manifestações querendo passar a ideia de que essas pessoas seriam rancorosas e estariam, mais uma vez, sendo preconceituosas com esse pobre metalúrgico que chegou a chefe de Estado e que, portanto, desejariam a sua dor, o seu sofrimento e talvez até a sua morte. Na realidade, a mensagem que está sendo passada pelas redes sociais é de que se aproveite este momento para uma tomada de decisão urgente, eficaz e eficiente. Essa decisão é para que milhões de brasileiros submetidos a precariedade deste sistema de saúde falido e sucateado, cujos recursos são sabidamente desviados, e que são obrigados a enfrentar fila de meses e até anos – tempo muitas vezes maior do que se leva para percorrer a distância entre São Bernardo e São Paulo – para ter acesso a procedimentos básicos, não tenham suas vidas colocadas em risco dia após dia pela falta de profissionais, medicamentos, leitos hospitalares e equipamentos. E também que milhares não mais morram, todos os dias, por puro descaso, muitas vezes antes mesmo de ter um diagnóstico e iniciar o tratamento. Na realidade, a sociedade brasileira está usando as redes sociais para relembrar ao próprio Lula suas declarações, feitas em 2010, quando fez questão de dizer que a saúde pública no Brasil era de muito boa qualidade e que “até queria ficar doente para poder utilizar o SUS”. Então, companheiro, não perca a oportunidade. Entre na fila, retire a ficha e aguarde porque enfrentar o tratamento de um câncer no Sírio-Libanês torna essa batalha, no mínimo, mais confortável. Professora aposentada do curso de Engenharia Elétrica da UFSM e conselheira da Sedufsm MARIA BEATRIZ CARNIELUTTI



domingo, 11 de dezembro de 2011

http://www.reflexoesemversos.com.br/autores-ml/301-um-trotskista-assassina-trotsky 
 
www.reflexoesemversos.com.br 
o Assassinato de Leon Trotsky

Se um trotskista não pode confiar em outro como é que eu vou confiar.

Postagem e comentário de : Luiz Navarro

sábado, 10 de dezembro de 2011

O PCB, OCUPANDO SEU LUGAR DE DIREITO!

Intervenção do PCB no XIII Encontro Mundial dos Partidos Comunistas e Operários

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imagemCrédito: PCB
Esta é a intervenção do PCB, através do seu Secretário Geral, Ivan Pinheiro, no XIII Encontro Mundial de Partidos Comunistas, que reúne 82 partidos de todos os continentes, em Atenas (Grécia), sobre a conjuntura mundial e as perspectivas do socialismo.
Intervenção do PCB no XIII Encontro Mundial dos Partidos Comunistas e Operários
O Comitê Central do Partido Comunista Brasileiro (PCB) saúda os partidos comunistas presentes, homenageando o anfitrião, o Partido Comunista Grego, referência para todos os revolucionários e trabalhadores do mundo, com seu exemplo de luta sem tréguas contra o capital.
O aprofundamento da crise sistêmica do capitalismo coloca para o movimento comunista internacional um conjunto de complexos desafios.
Estamos diante de um estado de guerra permanente contra os trabalhadores,  uma espécie de “guerra mundial”, na qual o grande capital busca sair da crise colocando o ônus na conta dos trabalhadores. Esta é uma guerra diferente das anteriores, que tinham como centro disputas interimperialistas.
Apesar de persistirem contradições interburguesas e interimperialistas na atual conjuntura, as grandes potências (sobretudo os Estados Unidos e os países hegemônicos da União Européia) promovem hoje uma guerra de rapina contra todos os países periféricos, sobretudo aqueles que dispõem de riquezas naturais não renováveis e contra todos os trabalhadores do mundo.
A guerra é o principal recurso do capitalismo para tentar sair da crise: ativa a indústria bélica e ramos conexos, permite o saque das riquezas nacionais e a queima de capitais; os capitalistas ganham também com a indústria da reconstrução dos países destruídos.
Em meio à simultânea ocupação e destruição de diversos países nos últimos anos (Iraque, Afeganistão, Líbia), já começam a preparar as próximas agressões: a Síria e o Irã se destacam na atual fila. Todos os países vítimas são criteriosamente escolhidos segundo objetivos estratégicos hegemonistas.
Os métodos são sempre os mesmos: satanização, manipulação, estímulo ao sectarismo e a divisões entre nacionalidades, cooptações, criação ou supervalorização midiática de manifestações e rebeldias, atentados de falsa bandeira.
Daqui a algum tempo, poderemos estar diante de uma invasão de um país que, no dia de hoje, pareça-nos improvável.
Na guerra permanente, pelo menos nesta fase, têm sido poupados os chamados países emergentes, sócios minoritários do imperialismo, que legitimam a política das grandes potências, compondo, como atores coadjuvantes, o chamado Grupo dos 20. Seus mandatários aparecem na fotografia que simboliza o consenso entre os parceiros, mas as grandes decisões são tomadas em fóruns reservados, de que nunca se tem notícia.
Estes países emergentes (os chamados BRICS) se têm beneficiado da crise, na medida em que ajudam a superá-la; em seguida, poderão ser as próximas vítimas tanto da crise como de agressões militares. Fazem o jogo de linha auxiliar do imperialismo, como na omissão vergonhosa em relação à invasão da Líbia. Só levantam a voz quando algum interesse nacional é ameaçado. Caso contrário, lavam as mãos.
Em nosso país, nunca os banqueiros, as empreiteiras, o agronegócio e os monopólios tiveram tanto lucro. A política econômica e a política externa do estado brasileiro estão a serviço do projeto de fazer do Brasil uma grande potência capitalista internacional, nos marcos do imperialismo. As empresas multinacionais de origem brasileira, alavancadas por financiamentos públicos, já dominam alguns mercados em outros países, notadamente na América Latina.
Já a guerra contra os trabalhadores independe da classificação do país. É levada a efeito nas grandes potências, nos países emergentes e nos periféricos.
Em meio a esta grave crise e sem a consolidação ainda de um importante pólo de resistência proletária, o capital  realiza uma violenta ofensiva para retirar dos trabalhadores os poucos direitos que lhes restam. Para fazê-lo, tentam cada vez mais fascistizar as sociedades, criminalizar os movimentos políticos e sociais antagônicos à ordem. A correlação de forças ainda nos é desfavorável. Ainda sofremos o impacto da contra-revolução na União Soviética e da degeneração de muitos partidos ditos de esquerda e de setores do movimento sindical.
Analisando este quadro, o PCB tem feito algumas reflexões.
- A nosso juízo, não há mais espaço para ilusões reformistas. Aliás, os reformistas, mais do que nunca, são grandes inimigos da revolução socialista, pois iludem os trabalhadores e os desmobilizam, facilitando o trabalho do capital. Em cada país, as classes dominantes forjam um bipartidarismo – em verdade um monopartidarismo bicéfalo – em que as divergências, cada vez menores, se dão no campo da administração do capital. Como não conseguem gerenciar a crise, aqueles que fazem o papel de oposição de turno invariavelmente vencem as eleições seguintes. É o que chamam de “alternância de poder”.
- Perdem sentido projetos nacional-desenvolvimentistas, não só porque é impossível desligar as economias capitalistas locais da esfera do imperialismo como também porque há cada vez menos contradições entre este e o núcleo hegemônico das chamadas burguesias nacionais.
- Cada vez também faz menos sentido a “escolha” de aliados no campo imperialista e mesmo entre seus coadjuvantes emergentes, como se houvesse imperialismo do “bem” e do “mal”. A diferença é apenas na forma, não no conteúdo. Isto não significa subestimar as contradições que vicejam entre eles.
- Não podemos conciliar com ilusões de transição ao socialismo por vias fundamentalmente institucionais, através de maiorias parlamentares e de ocupação de espaços governamentais e estatais. O jogo da democracia burguesa é de cartas marcadas. A luta de massas, em todas as suas formas, adaptada às diferentes realidades locais, é e continuará sendo a única arma de que dispõe o proletariado.
- Por mais bem intencionados que sejam, correm risco de esgotamento político os processos de mudanças progressistas baseados em líderes populares carismáticos, se esses processos não avançarem na construção do duplo poder, na destruição gradual do estado burguês e na autodefesa popular e de massas.
Temos avaliado também que o atual modelo de encontros de partidos comunistas e operários, que vêm cumprindo importante papel de resistência, precisa se adaptar às complexas necessidades da conjuntura mundial, com suas perspectivas sombrias no curto prazo e suas possibilidades de acirramento da luta de classes, com a emergência das lutas operárias.
Pensamos que é preciso romper com o “encontrismo” em que, ao final dos eventos, nossos partidos decidem a sede do próximo encontro e se despedem até o ano seguinte, inclusive aqueles dos países da mesma região.
Para potencializar o protagonismo dos partidos comunistas e do proletariado no âmbito mundial, é necessária e urgente a constituição de uma coordenação política que, sem funcionar como uma nova internacional, tenha a tarefa de organizar campanhas mundiais e regionais de solidariedade, contribuir para o debate de ideias, socializar informações sobre as lutas dos povos.
Mas, para além da indispensável articulação dos comunistas, parece-nos importante a formação de uma frente mundial mais ampla, de caráter antiimperialista, onde cabem forças políticas e individualidades progressistas, que se identifiquem com as lutas em defesa da autodeterminação dos povos, da paz entre eles, da preservação do meio ambiente, das riquezas nacionais, dos direitos trabalhistas, sociais e políticos; contra as guerras imperialistas e a fascistização das sociedades. Em resumo, as lutas em defesa da humanidade.
Deixamos claro que o nosso Partido valoriza qualquer forma de luta. Não podemos cair no oportunismo de fazer vistas grossas ao direito dos povos à rebelião e à resistência armada. Em muitos casos, esta é a única forma de fazer frente à violência do capital e de superá-lo. Os povos só podem contar com sua própria força.
Neste marco, concluímos nossa intervenção saudando os povos que hoje enfrentam as mais duras batalhas. Saudamos os trabalhadores gregos e portugueses que já se levantam em greves nacionais e grandes jornadas e os demais trabalhadores da Europa, que enfrentam terríveis planos do capital para tentar superar a crise, hoje mais acentuada no continente europeu e que poderá agravar-se e espalhar-se para outros países e regiões.
Saudamos o povo palestino, em sua saga duradoura e dolorosa no enfrentamento ao sionismo que o sufoca e reprime, ocupa seu território, derruba suas casas, prende seus melhores filhos e impede seu direito a um Estado soberano.
Da mesma forma, saudamos os também sofridos povos do Iraque, do Afeganistão, da Líbia. Saudamos os povos do Egito, do Iêmen e de vários países árabes, em sua luta contra a tirania e a opressão.
Saudamos os sírios e iranianos, contra os quais já batem os tambores de guerra do imperialismo. Sua resistência pode barrar os planos do sinistro consórcio EUA/OTAN/Israel para o Oriente Médio, a África, a Ásia e o mundo em geral.
Chegando até nossa América Latina, saudamos nossa querida Cuba Socialista em sua luta contra o cruel bloqueio ianque. Saudamos nossos Cinco Heróis. Saudamos os processos de mudanças concretas na América do Sul (Venezuela, Bolívia e Equador), neste momento decisivo, uma encruzilhada entre o avanço dos processos ou sua derrota.
Saudamos o povo colombiano que, nas cidades e nas montanhas, resiste, através de variadas formas de luta, contra o estado terrorista de seu país, a grande base militar norte-americana na América Latina, um dos regimes mais sanguinários do mundo.
Concluímos nos associando à proposta de realização de nosso próximo encontro anual no Líbano, em pleno Oriente Médio, palco principal das guerras imperialistas neste período.
Desde já, reiteramos nossa proposta de criação de coordenações políticas internacionais e regionais dos Partidos Comunistas, tendo como princípio fundamental o internacionalismo proletário.
Atenas, 10 de dezembro de 2011
PCB – Partido Comunista BrasileirO
Postagem de: Luiz Navarro

OS QUE TEM BICO FINO E LONGO

Camarilha deTucanos se esquivam de dar explicações sobre denúncias contra ex-diretor do BB

Livro de jornalista destaca participação de ex-tesoureiro do PSDB Ricardo Sérgio de Oliveira, em esquemas de lavagem de dinheiro e fraude em privatizações na era FHC

Tucanos se esquivam de dar explicações sobre denúncias contra ex-diretor do BB
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, durante evento na Folha de S.Paulo e evita
responder sobre acusações de desvios de dinheiro público


Rede Brasil Atual,
São Paulo – O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, presidente de honra do PSDB, evitou comentar as denúncias contra o ex-diretor da área internacional do Banco do Brasil e tesoureiro de campanhas do partido Ricardo Sérgio de Oliveira. O líder tucano chegou a dizer que não sabia das acusações, e alegou que, por não conhecer detalhes, não poderia esclarecer diretamente os pontos.
O economista, nomeado ao posto no BB durante o governo tucano, figura no livro "A Privataria Tucana", do jornalista Amaury Ribeiro Jr., como operador de esquemas de lavagem de dinheiro e manipulação para formação de consórcios para privatizações na área de telecomunicação. Outro expoente do PSDB citado é o ex-governador paulista José Serra, candidato derrotado à Presidência em 2002 e 2010.
Fernando Henrique participou de sabatina do jornal Folha de S. Paulo, na tarde desta nesta sexta-feira (9), na capital paulista, no dia em que os exemplares da publicação da Geração Editorial chegaram às livrarias. A única pergunta feita sobre o livro  durante a sabatina foi da jornalista Mônica Bergamo, da Folha. O ex-presidente desqualificou as perguntas e mostrou-se irritado com o fato de o tema ter sido levantado. A entrevista foi motivada pelo lançamento, pelo ex-presidente, do livro autobiográfico "A Soma e o Resto - Um Olhar sobre a Vida aos 80 Anos".
Nos dez primeiros minutos, os entrevistadores e o entrevistado, Fernando Henrique, concetraram a pauta em comentários referentes ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e na atual presidenta, Dilma Rousseff. O restante da sabatina foi dedicada a perguntas sobre sua trajetória pessoal. Uma sessão de autógrafos marcada para o início da noite desta sexta foi cancelada por motivos pessoais, segundo a assessoria de imprensa da editora.
Em breve entrevista coletiva a jornalistas de outros veículos após a sabatina, Fernando Henrique voltou a carga na tentativa de desqualificar as denúncias contra o ex-diretor e contra Serra. Ele alegou que é preciso "tomar cuidado" com as alegações de Ribeiro Junior, por ele ser alvo de processo judicial, acusado de ter participado da produção de dossiês contra tucanos durante a eleição de 2010 – o jornalista nega a prática.
Sobre a conduta de Oliveira, Fernando Henrique afirmou que, pessoalmente, "não tem críticas" ao economista. Durante o tempo em que trabalhou no governo, não teria feito nada de errado. "Nunca desaprovei o trabalho do Ricardo Sérgio", frisou. O ex-presidente também disse não conhecer o economista antes de ter sido nomeado para a direção do Banco do Brasil.

Presente à sabatina, o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB) também optou por respostas evasivas sobre as denúncias sobre o processo de privatização das telecomunicações. O PSDB informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que os dirigentes da legenda não se pronunciariam por ora sobre o tema e que uma nota seria publicada.
 Cristina Navarro 
 OLHO VIVO     

domingo, 4 de dezembro de 2011

Acabemos com esta farsa de democracia!

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Postagem de: Luiz Navarro

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

CONTRA AS AMEAÇAS IMPERIALISTAS Á SÍRIA

Contra as ameaças imperialistas à Síria

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(Nota Política do PCB)
Estamos assistindo ao auge do cinismo do imperialismo nesta campanha pelo domínio do Oriente Médio. Comparemos o que está acontecendo em dois países.
No Egito, praticamente só há manifestações contra o governo militar: majoritárias, pacíficas, autênticas, espontâneas e constantes. Nenhuma manifestação a favor do governo.
O imperialismo faz vista grossa à violência estatal que, só nesta semana, assassinou mais de cinqüenta manifestantes e feriu milhares. A mídia e os líderes das grandes potências não falam em “ajuda humanitária”, “direitos humanos”, “sanções”, “ditadores”, “rebeldes”. Pedem o “bom senso” dos dois lados, como se o poder de fogo fosse igual. Depois da maior manifestação do povo egípcio, na última sexta-feira, o governo ianque pressiona os militares a entregarem o governo a civis, é claro que do mesmo campo político. Uma solução mediada por cima no Egito também dá legitimidade ao imperialismo para isolar e invadir a Síria.
Claro. O governo egípcio é aliado dos Estados Unidos e da OTAN. É o segundo país que mais recebe “ajuda militar” norte-americana, depois de Israel, de quem o Egito é grande aliado ajudando a sufocar os palestinos na sua fronteira com a Faixa de Gaza.
Na Síria, as maiores manifestações são em defesa do governo civil. Tendo começado exigindo mudanças econômicas, sociais e políticas, hoje elas têm como eixo central o repúdio à crescente ameaça de invasão militar imperialista. São milhões de pessoas, desfraldando a bandeira contra a intervenção estrangeira.
As manifestações contrárias ao governo, infinitamente inferiores às favoráveis, são manipuladas e superdimensionadas pela mídia. Mercenários super armados pela CIA, o M16 e o MOSSAD, com o apoio das oligarquias árabes, infiltram-se pelas fronteiras da Turquia e da Jordânia, que fazem o jogo do imperialismo. O confronto entre provocadores e franco atiradores e as forças militares e policiais fazem vítimas dos dois lados e acabam provocando vítimas civis. Este  cenário é utilizado para justificar a intervenção militar no país.
Já sobre a Síria, os círculos imperialistas, mal disfarçando suas garras, já falam em “zona de exclusão”, “corredor humanitário”, “rebeldes”, “forças de paz”, “sanções”, enfim toda a cantilena preparatória das ocupações militares. Porta-aviões dos Estados Unidos já se encontram na costa síria; crescem as sanções para estrangular o país e os tradicionais apelos para que abandonem a Síria os estrangeiros das grandes potências que pretendem invadir o país.
Claro. A Síria é um dos maiores obstáculos aos intentos expansionistas do imperialismo e do sionismo. É um dos poucos países com que os palestinos têm podido contar. Tem localização estratégica para o projeto expansionista chamado Grande Israel e cria condições para agressão em seguida ao Irã e talvez o Líbano, para ajudar a completar a limpeza étnica que o sionismo leva a efeito na Palestina e a hegemonia imperialista em todo o Oriente Médio.
Na Líbia, o governo “rebelde”, aplaudido por uma certa esquerda pautada pela mídia, se ocupa agora de entregar o petróleo aos vencedores e transformar o país numa enorme base militar imperialista para dominar o continente africano.
Com que moral os Estados Unidos e a OTAN - que já mataram, torturaram e feriram nos últimos anos mais de um milhão de pessoas, a imensa maioria civis, em diversos países – pode falar em direitos humanos?
Com que moral a Arábia Saudita, os emirados e monarquias árabes, os regimes mais conservadores e autoritários do mundo, podem falar em democracia?
Por isso, o PCB não vacila. A luta de classes tem sempre lado. O nosso lado é o dos trabalhadores e daqueles que lutam contra o imperialismo.
Por isso, conclamamos o governo brasileiro a rever seu voto na ONU, de condenação à Síria, e aos trabalhadores brasileiros a se manifestar em solidariedade ao povo sírio.
Por isso, toda a nossa solidariedade à esmagadora maioria dos egípcios e sírios.
Rio, 28 de novembro de 2012
PCB - Partido Comunista Brasileiro
Comissão Política Nacional
Postagem de: Luiz Navarro